terça-feira, 4 de dezembro de 2012

A Noite Mais Sombria - Gena Showalter

Postado por Mara às 12/04/2012 10:45:00 PM 4 comentários

A Noite Mais Sombria

Ashlyn Darrow sempre fora atormentada por vozes de diversas épocas, sobrepostas, interligadas, vindas de todas as direções, causando-lhe profundo sofrimento.

Só havia um lugar onde ela talvez pudesse encontrar a cura para seu mal: a misteriosa fortaleza habitada pelos imortais, em Budapeste. Homens com poderes extraordinários, cada um carregava em si um dos demônios libertados da caixa de Pandora.

Porém, somente Maddox, o guerreiro castigado com a mais cruel de todas as maldições, seria capaz de livrar Ashlyn de seu desespero. 

Morrendo todas as noites e renascendo à alvorada, o guardião do demônio Violência agonizava com o desejo de tocar Ashlyn, mas receava perder o controle sobre o espírito maligno e se tornar uma ameaça para ela.

Meu Comentário:

Mais uma leitura para o debate quinzenal do Grupo ALMAImortais no Facebook.

Digamos que seja muito bom começar uma série pelo 1º livro, o fato de a leitura começar em "A Noite Mais Sombria" me permitiu não "boiar" muito.

Os Senhores do Submundo são homens incomuns, poderosos e amaldiçoados.

A Mitologia Grega corre solta nessa série, e acreditar em contos de fadas faz toda a diferença.

Ashlyn é dona de uma força de vontade ferrenha e de uma coragem e altruísmo digno de nota.

Maddox é um homem torturado pela culpa, e pela maldição de morrer todas as noites da pior forma possível.

Se tem final feliz???

... Só quem acredita em Contos de Fadas será capaz de descobrir.

Entre os "Senhores", alguns me despertaram o interesse e confesso paixão e compaixão...

Torin (enfermidade), acompanhado bem de perto por Aeron (Ira) e Lucien (Morte).

(*.*) "Curiosa sobre os livros deles"

Nota? Com certeza 10.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Simply Sexual — Kate Pearce

Postado por Lidy às 5/17/2012 02:09:00 AM 6 comentários
Simply Sexual — Kate Pearce (não publicado no Brasil)


Personagens: Valentin Sokorvsky & Sara Harrison

Satisfação sexual

Dez anos como um escravo sexual num bordel turco deixaram lorde Valentin Sokorvsky com um insaciável apetite por sexo. Agora a hora de ele se casar chegou, mas encontrar uma mulher que possa satisfazer seus desejos lascivos se mostra um desafio... Até que ele conhece Sara e tudo em que pode pensar é em tê-la deitada debaixo de seu corpo firme, implorando para prová-la e tocá-la...

Sedução sensual

Sara Harrison sabe que devia estar chocada e escandalizada pelos atrevidos avanços de lorde Sokorvsky, mas em vez disso, ela está secretamente excitada por esse homem sensual e sedutor. Pois debaixo de seu comportamento calmo e composto está uma mulher que anseia pela carícia íntima de um homem. Ela está mais que disposta de ser educada na arte da sensualidade, para receber e dar prazer e sucumbir ao selvagem desejo que não conhece limites...

Lorde Valentin Sokorvsky é abandonado à própria sorte durante uma viagem. Felizmente, ele é resgatado... E não tão felizmente assim... Enviado para prestar serviços em um bordel, onde fica por dez anos e acaba fazendo amizade com um garoto inglês.

Ambos retornam à Inglaterra juntos com a ajuda de um nobre, e lá, após alguns anos, Valentin se vê desejando Sara, filha de seu salvador, uma solteirona aparentemente sem nenhuma chance de casamento. Apesar do desgosto mal explicado, o pai de Sara permite que Valentin e ela se casem.

Valentin tinha certeza de que ela era a mulher que podia fazê-lo esquecer do passado, mas era preferível que Sara não soubesse o que acontecera. Mas diante do próprio desejo de Sara e sua insistência em transformar aquele casamento na união que ambos precisavam, o que Valentin pode fazer além de lhe dar uma passagem de ida ao melhor bordel de Londres?

Minha opinião:

Faz algum tempo — tá, alguns meses —, que a Flavia pediu para a gente ler e resenhar esse livro. Aqui está. Demorou, mas chegou. :D

E, bem, ainda não sei como me sinto em relação a ele. Não é o tipo de livro que recomendo para quem está acostumada a Barbara Cartland ou para alguém que ainda acha que os Momentos Íntimos e Julia Paixões Picantes da vida são o máximo de “hot”. Não, Simply Sexual é muito, muito, muito, muito hot. Tipo burning hot. Eu poderia comparar com Lora Leigh, mas acho que — as fãs dela que me perdoem —, Kate Pearce tem mais classe.

Então, o que saiu de errado? Não sei. Gostei do começo do livro, até a parte em que Sara e Valentin começam a explorar a sexualidade dela. A partir daí, as coisas começaram a não fazer sentido. Sara, de solteirona sem graça, passa de repente a ser uma ninfomaníaca incontrolável que poderia dar aulas ao Marquês de Sade. Valentin não tem propósito na vida a não ser encontrar a satisfação sexual — não sei, mas meio que esperei que ele tivesse horror a sexo. Talvez porque ele foi uma criança obrigada a se prostituir, que passou por situações degradantes?

E ainda há Philip, o amigo com quem Valentin ficava no bordel. Ele se encaixa nessa relação — um ménage H/H/M —, mas não é protagonista. Também não é coadjuvante. Ele é... Um estepe.

No fim, acho que ainda não consigo acreditar no relacionamento de Sara e Valentin. Não senti amor, principalmente porque o modo deles de demonstrar isso é sexo — e há tantos parceiros, mas duvido muito que eles estivessem apaixonados por todos. Não há muita coerência entre suas personalidades e ações; além disso, Valentin é simplesmente obcecado por sexo e Sara é ignorante demais. Ela é levada ao bordel para conhecer Valentin melhor, mas será e o homem que ele é — ou devia ser — fora de lá?

Então, não acredito que o casamento deles seja passional. É sexual, quente, hardcore. O tipo que me fez feliz por ler durante o frio, mas que precisa de romance: são 18 cenas de sexo — ou será que são mais? Não sei, perdi a noção depois da quinta...


A princípio, parece haver mais desvantagens que vantagens em ler Simply Sexual. Eu não posso dizer que gostei nem que não gostei, mas uma coisa é certeza: esse é realmente erótico. E terminei a leitura com a certeza de que, apesar de tudo, Sara e Valentin foram feitos um para o outro: ele continuou uma máquina de sexo e ela virou a única capaz de lidar com o priapismo dele.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Blogosfera Anti-Plágio

Postado por Lidy às 4/25/2012 07:00:00 AM 1 comentários
Então é assim: você pega aquele seu livro bacana da estante. Abre, começa a ler. Presta atenção em todos os detalhes, cola post-its, faz anotações. Pensa em como aquela frase vai fazer o maior efeito na sua resenha. "Poxa, acho que os leitores vão gostar disso". Às vezes, você embarca na história. De outras, deixa até mesmo o seu prazer de lado para pensar em como vai apresentar sua opinião aos leitores do seu blog. Aí você, incauto blogueiro, termina a leitura. Pega seu livro, seu caderninho de anotações, seu arquivo com notas, o que seja; e vai para a frente do computador. Passa umas boas duas horas pensando em como irá traduzir em palavras o que sentiu durante a leitura. Se não usa a sinopse oficial do livro, gasta mais duas horas escrevendo uma sinopse personalizada, tomando aquele cuidado especial para não colocar nenhum spoiler.
Então vem a fase de revisão. Você lê, relê. Muda frases de lugar, ajusta conceitos. Reformula ideias. Talvez apague tudo e recomece. Afinal, você é um blogueiro responsável. Quer que seu texto saia o melhor possível, que os leitores puxem lencinhos e se emocionem com você, ou que leiam e riam porque você também riu lendo aquele livro. E você procura imagens. Capas de várias edições pelo mundo. Imagens em gif que traduzam seu surto ao ler aquela história. Trilhas sonoras que acompanharam sua leitura. Imagens que ilustrem o quanto você foi afetado pelo que o autor te contou naquelas páginas.
Quem sabe você não seja tão perfeccionista e só escreva seu texto, tomando o cuidado de ver se não tem nenhum errinho. Tudo bem. Deu trabalho do mesmo jeito escrever as coisas da melhor maneira que você sabia. Tudo isso te custou tempo. Aquele espaço entre seus dois empregos. Suas horas de folga que podiam ser empregadas em outras formas de lazer. Minutos e mais minutos madrugada adentro, em que você poderia estar dormindo. O drama pode parecer exagerado, mas muitos blogueiros deixam o lazer e o sono de lado pra manter o blog! Mas você ama ler. E ama seu blog. Ama escrever e ama o que faz  e é por isso que você está ali, persistente. Criando seu próprio conteúdo. ...Tudo isso para vir um babaca chupinhador e roubar seu trabalho suado de horas em alguns poucos segundos, postando aquilo que você deu o sangue pra criar como se fosse dele. SEM CRÉDITOS. Enganando a todos: aos leitores, que nem sempre sabem do que o kibador é capaz; às editoras e autores que inadvertidamente fecham parcerias com tais blogs... e a ele(a) mesmo(a), que anda por aí achando que ninguém percebe a grande e robusta mentira que é.

PLÁGIO É CRIME. É ANTIÉTICO. RESPEITE O TRABALHO DE QUEM CRIOU O CONTEÚDO. QUER MANTER UM BLOG? ESCREVA VOCÊ MESMO! (Ou fique na sua, que é melhor pra todo mundo. E mais respeitoso também.)
Esse post é parte de uma postagem coletiva contra o plágio na blogosfera. Acesse o site "Blogosfera Anti-Plágio", saiba mais sobre o assunto e veja quem mais apoia essa causa.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Lover Reborn — J. R. Ward

Postado por Lidy às 3/28/2012 02:09:00 PM 0 comentários
Demorou, mas a criança nasceu! Tohr está aqui! *Sai pulando e dançando e soltando fogos de artifício*

Não sei se vocês sabem, mas me deu a louca e eu criei coragem e fiz um blog só meu — por isso que eu sumi. *Faz a cara de Gollum gritando “meu precioso”* Então pensei que seria legal inaugurá-lo aqui no EB (!!!) com o link da resenha do novo livro da JR Ward. Todo mundo sabe que eu sou apaixonada pelo Tohr e passei um bom tempo arrancando os cabelos e comendo as unhas de ansiedade. Se alguém quiser saber se perder os cabelos e as unhas valeu a pena, clique aqui. E aproveite para comentar, seguir o blog, dar uma olhada nas outras poucas postagens... Essas coisas. :D

Obrigada pela atenção. ;)

domingo, 18 de março de 2012

A lista de desejos de Juliet - Liz Fielding

Postado por Rafaela às 3/18/2012 09:36:00 PM 0 comentários


Sinopse:

Atirar champanhe no namorado vigarista – que também era seu chefe – teve sérias conseqüências. Juliet foi despedida! E depois de ter jurado não se aproximar mais de nenhum homem, ela voltou para a casa da mãe com o objetivo de recomeçar a vida – mas acabou encontrando com uma paixão de infância: Gregor McLeod.


Minha Opinião:

Eu AMO essa capa! rs Acho tão lindinha! ^^

A lista de desejos de Juliet é um desses livros que te encantam, (assim como me encantou) e você não sabe ao certo o motivo, se o que te seduz é o lado romântico, se é por causa das pitadas de humor e das tiradas divertidas ou se é a mistura de tudo isso.
É um livro bem leve, uma daquelas leituras rápidas e gostosas que só tem o intuito de divertir e fazer o leitor se sentir bem, nada de sustos durante a leitura ou surpresas desagradáveis, muito pelo contrário, você o lê com um sorriso nos lábios e às vezes com algum ou outro suspiro rs.

Eu já li duas vezes e pretendo ler mais, porque adoro, é um livro perfeito para ler depois de alguma outra leitura mais densa, arrastada, lenta ou algum livro com uma trama mais pesada. Como um sorvete num dia quente de verão rs. Ideal para quando você quiser descontrair e relaxar.

Gosto muito mesmo desse livro e recomendo.
A história não tem nada demais, é meio simples mas é tão fofa! Têm uns momentos bem engraçadinhos!
Em alguns momentos a Liz Fielding cita "O diário de Bridget Jones" da autora Helen Fielding (não sei se elas são parentes, acredito que não, se alguém souber por favor me informe que edito o post xD),e talvez ela o tenha usado como uma referência (quem sabe, né?), me parece que "A lista de desejos de Juliet" tem algumas características de um chick lit misturado com romance de banca, se ele fosse um flme eu o classificaria como uma comédia romântica (meu gênero preferido de filmes). Então acho que quem gosta de romance de bancas, chick lits e/ou comédias românticas talvez goste bastante desse livro.

Achei que a escolha da capa nacional encaixou como uma luva, (menos o "Greg" que achei meio engomadinho demais bem diferente do personagem) mas o resto combina totalmente: a "Juliet", o cenário de fundo, tudo.
Enfim, o livro é uma gracinha!
Super indico.
Bjs

domingo, 4 de março de 2012

Angels’ Flight — Nalini Singh

Postado por Lidy às 3/04/2012 10:41:00 AM 5 comentários
Angels’ Flight é uma coletânea de quatro contos a respeito dos personagens da série Guild Hunter. Nessa série, anjos são responsáveis pela criação de vampiros em troca de um contrato de servidão de 100 anos. Quando um vampiro foge, é tarefa dos caçadores do Guild procurá-lo e levá-lo de volta.
Angels’ Pawn é um especial originalmente lançado como e-book; Angels’ Judgment foi primeiramente publicado na antologia Must Love Hellhounds e Angel’s Wolf foi lançado na antologia Angels of Darkness. Quanto a Angels’ Dance, foi publicado pela primeira em Angels’ Flight.


1. Angels’ Pawn
Personagens: Ashwini “Ash” & Janvier

Uma guerra pelo poder na Louisiana leva a caçadora Ashwini a pedir a ajuda do vampiro Janvier para que ele a ajudasse a levar de volta uma vampira recém-transformada que foi pega na linha de fogo e estava presa pelo chefe de um Beijo — basicamente, uma associação de vampiros prestes a dar um golpe e tomar o poder do vampiro-líder. Exceto que, entre o aparente desinteresse do anjo Nazarach, a lenta, mas eficaz sedução de Janvier e os poderes psíquicos de Ash, como eles conseguiriam sair vivos daquela situação?

Uau! Desde o primeiro momento em que ouvi falar dessa série, me recomendaram que também lesse esse conto. Já de cara, aviso que além da tensão sexual — que Nalini Singh escreve muito bem —, não há nenhum romance entre Ashwini e Janvier. E talvez seja a perspectiva que torne tudo melhor — sinceramente, li de uma tacada só e fiquei implorando por mais. Janvier é uma delícia e Ashwini é definitivamente mais do que aparenta — ou seja, mais que a caçadora louca que todo mundo diz que ela é. Lógico que sendo como sou, estou tendo friquitis bem intensos para Nalini Singh escrever logo o livro desses dois.

2. Angels’ Judgment
Personagens: Sara Haziz & Deacon “Slayer”

O Diretor do Guild estava se aposentando e apresentou aos Dez do Cadre uma substituta em potencial. Por isso, enquanto caça um vampiro possivelmente atacado por um colega, Sara precisa se manter viva durante as provas que o Cadre destina a ela. No entanto, tendo passado pelo mesmo problema, o Diretor envia ajuda na forma de um deus do sexo alto, bonito e forte que poderia muito bem se tornar mais na vida de Sara do que apenas o bicho-papão do Guild...

*Momento fã piriguete* OMG DEACON EU QUERO VOCÊ!

Gente, que homem é esse? Alto, moreno, forte, grandão de olhos verdes! Será que Deacon tem um irmão gêmeo solteiro que more por Nova York? *Momento fã piriguete off*

Bem, mesmo que não tenha, o Deacon é uma gracinha, uma coisa muito linda, um pirulitinho muito doce que eu passaria anos lambendo sem nunca me cansar. Sara chuta traseiros sem dó nem piedade, e eu achei o Simon — o Diretor do Guild — um homem muito esperto por tê-la escolhido. Além disso, Deacon e Sara são perfeitos um para o outro.

E ainda tem a participação superespecial de Elena Deveraux e do tudo-de-bom-e-do-melhor arcanjo Rafael. Aliás, parece que é o seguinte diálogo que faz Raphael decidir contratar Elena em Angels’ Blood:
— Sara Haziz é a melhor pessoa que pode tomar meu lugar por algumas razões.
(...)
— Ela é capaz? — Elijah perguntou. — Isto nós precisamos saber. Se o Guild americano falhar, o efeito dominó poderá ser catastrófico.
(...)
— Sara é mais que capaz — Simon disse. — Ela também tem a lealdade dos companheiros caçadores: tive um número significativo deles ano passado me sugerindo o nome dela como possível sucessora.
— Essa Sara é sua melhor caçadora? — Astaad perguntou.
Simon sacudiu a cabeça.
— Mas a melhor nunca será uma boa diretora. Ela é nascida-caçadora.
Raphael fez uma nota de descobrir seu nome. Ao contrário de membros normais do Guild, os nascidos-caçadores saíram do útero com a habilidade de farejar vampiros. Eram os melhores perseguidores do mundo, os mais incansáveis — cães de caça sintonizados com um cheiro em particular.
3. Angel’s Wolf
Personagens: Noel & Nimra

Depois do ataque bárbaro que sofreu no Refúgio, Noel se sente mudado e inútil; e ser enviado por Raphael a corte de Nimra só aumenta o sentimento de impotência. Mas assim que ele descobre que alguém tentou assinar Nimra, a coisa muda e ele ganha o “afetuoso” apelido de Lobo. Conforme as tentativas de assassinato se tornam mais cruéis, Noel vai conhecendo um lado de Nimra que ninguém mais conhecia. Mas como ele poderia sonhar com um futuro com ela quando ele mesmo não passava de uma criatura quebrada?

Gostei muito de Noel. Ele é torturado, traumatizado e marcado sem ser maçante ou chorão. É sensível e inteligente, dedicado e curioso, carente sem ser pedante. Confesso que quando soube que Nimra seria a protagonista, fiquei com medo, porque ela foi descrita em Archangel’s Consort como uma criatura que mesmo Nazarach temia. Mas ela, assim como Ashwini, é muito mais que aparenta e logo de cara tem o Noel comendo de boa vontade na palma da mão dela. Espero que Nalini Singh coloque mais cenas com os dois nos próximos livros.

4. Angels’ Dance
Personagens: Galen & Jessamy

Quatrocentos anos antes dos acontecimentos dos livros atuais (Angels’ Blood, Archangel’s Kiss, etc.), o anjo Galen saiu do território do arcanjo Titus em busca de uma posição na corte do novo arcanjo, Raphael. Enquanto luta com o vampiro Dmitri, o líder do exército de Raphael, Galen percebe a presença de Jessamy — a única anja que não podia voar. Quando Jessamy, escriba das histórias dos anjos, é atacada por saber, as suspeitas pelo ataque recaem sobre o arcanjo Alexander, governante da Pérsia, e a responsabilidade de proteger Jessamy é dada a Galen. Em meio ao perigo que corre, ela se apaixona por ele e ele por ela — mas o que vai acontecer quando ele for forçado a deixar o Refúgio e ir para o território de Rafael na Terra para treinar as tropas?

Pessoalmente, eu nunca vi o Galen como material para mocinho. Quer dizer, o homem queria matar minha personagem preferida na série — Elena — só porque ela deu um tirozinho no Raphael. Que exagero, não? Mas então eu li Angels’ Dance e fiquei apaixonada por ele — Galen tem um lado romântico, sensível, protetor e ciumento. Jessamy é, como Elena apontou, diferente dos outros anjos, não porque ela não podia voar, mas porque ela era boa. Mas ela não é boba e é muito orgulhosa. Por mim, os acontecimentos da história deveriam ter acontecido atualmente, mas havia tanta referência ao arcanjo que sumiu, à ascensão de Michael como arcanja, a própria formação da corte de Raphael — que acabara de se tornar arcanjo —, que teria sido impossível. Falando nisso, Raphael era um fofo; Illium sempre foi divertido e Jason e Dmitri sempre misteriosos e fechados. Além disso, a gente descobre um pouco mais sobre o reservado médico Keir e Caliane.

PS: como os anjos dançam? Como? Quer saber? Então leia Angels’ Dance e descubra!

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Olhar Traidor - Natalie Anderson

Postado por Mara às 2/25/2012 10:58:00 PM 0 comentários
Olhar Traidor
Caught on Camera With the Ceo (versão inglês)


O beijo mais quente de todos os tempos... 

Alex Carlisle foi pego no flagra dentro do trabalho! E o motivo era a paixão explosiva entre ele e Dani Russo.

Mas Dani perdeu o emprego e, agora, a "central de fofocas" do escritório não falava em outra coisa: apesar da fama de playboy arrogante, Alex levou Dani para morar com ele... e ainda lhe ofereceu um novo trabalho!

Mas será que esse filme vai ter um final feliz?

Meu Comentário:

Natalie Anderson realmente sabe criar maucinhos maravilhosos. Depois de conhecer Renz em "O Brilho no Olhar"; nesse romance nos deparamos e claro, nos apaixonamos por Alex Carlisle, o melhor amigo de Renz, e que aparece no livro  "O Brilho no Olhar", já como homem de família...rs.

Nesse momento o conhecemos como o "playboy" e logo de cara, vemos como os crimes virtuais, leia-se violação de privacidade, podem destruir a vida e os sonhos de uma pessoa.

Um momento de loucura irresistível transforma a vida de Dani e Alex completamente, quando percebem estão morando juntos, vivendo como amantes, e é claro, os dois acham que o arranjo é temporário, afinal Dani e Alex tem seus próprios segredos e de forma alguma querem um relacionamento sério.

Os trechos hots são de tirar o fôlego, a convivência nos mostra que são perfeitos um para o outro.

Os dramas pessoais de cada um nos dá oportunidade de vê-los como almas-gêmeas, que se completam, sempre um entendo e claro consolando a dor do outro.

Vale a pena ver o Renz posando de cupido e posso garantir que apesar de sentir falta do epílogo o fato da história terminar onde começou compensa tudo, leia-se elevador.

E só para constar o YouTube é uma arma poderosa demais para ser usada indiscriminadamente, mas... Gracias ao YouTube por transformar a vida desse casal.

Ah! E para quem ler... Eu não sei vocês.... mas  "Eu realmente queria saber qual seria o próximo passo do Alex, se não fosse o YouTube...rs."

Resumindo essa autora me conquistou. Gracias à Andrea Jaguaribe por me apresenta-la.

Nota 10.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Coração vazio - Melanie Milburne

Postado por Rafaela às 2/09/2012 09:56:00 AM 1 comentários


Sinopse:

Ele terá de seduzir a mulher que deu à luz seu herdeiro...
Jake Marriott sempre fora claro a respeito das regras de seus relacionamentos: nada de casamento; nada de filhos. Por isso, quando Ashleigh Forrester descobriu que estava grávida, ela o deixou. Mas Jake voltou, e está decidido a convencê-la de que seu lugar é na cama dele. Contudo, logo a verdade se revela: o pequeno Lachlan é seu filho... Agora, Jake tem novos planos para Ashleigh...


Minha Opinião:

Quando li esse livro achei ele legal, mas não tanto quanto achei que seria pela sinopse.
O Jake me deu muita raiva por causa da suas atitudes ditatoriais, desde o começo, antes mesmo dele saber que a Ashleigh, outro nome estranho para uma mocinha, tinha tido um filho dele e quando soube ficou pior ainda. Em vários momentos senti meu sangue ferver de raiva e esperava que a Ashleigh fizesse alguma coisa, mas além de um pouquinho de resistência (aquela coisa: diz-que-não-quer-mas-quer), nada mais. Fiquei no vácuo.
Me deu muita vontade (se fosse possível) de agarra ela pelos braços e sacudir para ver se acordava rs. Aff! Mocinha capacho não dá! E mocinha capacho que finge que enfrenta mais não faz nada para mudar a situação e no fundo gosta É PIOR AINDA!
Simplesmente não dá, não consigo engolir.
Achava muito melhor ela assumir que ama o cara e quer ficar com ele mesmo e pronto. Pelo menos era uma atitude mais sincera.

O livro só melhora nesse sentido, quando os fantasmas do passado do Jake são exorcizados e seu orgulho é posto de lado, mas isso é só quase no final (e aí sim ele começa a se redimir), mas até chegar a isso muita coisa acontece.
O final é até legal, mas não achei um livro tão bom quantos os anteriores.
Então, acho que é isso.
Bjs

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Brilho no Olhar - Natalie Anderson

Postado por Mara às 2/05/2012 02:20:00 PM 2 comentários

Ela não deveria se aproximar de seu chefe mal-humorado…

Os opostos se atraem? Rude e rebelde, Lorenzo Hall é um homem que construiu a própria fortuna começando do nada. 

E agora ele tem um novo objetivo na vida: descobrir se sua assistente pessoal é tão certinha e recatada quanto parece.

É claro que Sophy deveria fazer de tudo para não deixá-lo se aproximar. Mas com aquele corpo e aquele brilho no olhar, seria muito difícil não ceder à tentação…

Meu Comentário:

Lorenzo Hall (Renz para os íntimos) é um homem inesquecível.

Dono de uma natureza indomável com um senso de humor pra lá de sensual, é impossível não se apaixonar por ele.

Uma mistura de Sakis Rouvas com Chris Evans, mudando olhos que são escuros e os cabelos negros que estão na altura do colarinho. Renz Hall é a personificação do proibido, do pecado.

Com um passado negro pesando sobre si, Renz não consegue deixar ninguém chegar perto o suficiente para tocá-lo.

Indigno de ser amado, sem chances de ser feliz... um homem capaz de vencer os obstáculos da vida, capaz de superar a pobreza e a violência, mas no entanto é incapaz de se entregar ao amor e ser feliz.

Há muito tempo não me empolgava tanto com um livro, talvez se deva ao fato de Renz me lembrar demais o meu melhor bad boy Roore Runaway, personagem de um romance que ainda estou escrevendo... e para as curiosas de plantão... num dos meus momentos poetisa consta uma passagem do livro... (clique aqui para ler).

Senti no Renz a mesma dor, a mesma desilusão, o mesmo espírito rebelde. Para ajudar ainda mais, Renz é um sedutor nato, e gente se Chris Evans aparece no filme Qual é o seu número? boa parte seminu, Renz rivaliza com ele nesse livro. São tantas cenas sem camisa, com a calça jeans de ziper aberto... que haja ventilador para esfriar os animos da pobre Sophy.
Digamos que a Sophy é o complemento que faltava para tornar essa história perfeita, uma pena eu não ser ela.

Enfim, nota 10.

Infelizmente esse livro ainda não se encontra disponível em e-book... mas assim que conseguir ele digitalizado coloco o link aqui.


E só para dar água na boca vou postar alguns trechos. 

Se a primeira impressão é a que fica... desfrutem a descrição do Renz!
Quando ela o viu a primeira vez, Renz estava jogando basquete solitariamente.

A bola quicou de volta para ele de novo. Ele a jogou para o lado e se encaminhou na direção dela. Sua calça jeans estava baixa e deixava à vista um pedaço de cueca. Ela não deveria, mas não conseguiu deixar de olhar.

Não havia gordura sob a pele, apenas músculos que se mostravam à medida que ele caminhava. O olhar dela foi atraído e ela pôde ver o peito másculo e cabeludo. Seus ombros eram retos e largos, e os braços, músculosos, e a pele brilhava de suor.
E pra quem gosta de emoção, senso de humor e muito calor... a segunda impressão é tão boa, ou melhor que a primeira:
Sophy achava que o encontro seria interessante. Ele não gostara de ter sido visto tão vulnerável. E, certamente não gostara da maneira como ela agira. Pelo pouco que conhecera dele, Sophy percebeu que ele gostava de estar no comando. Ela fora muito autoritária, provavelmente. Lorenzo iria exigir uma retratação. Mas de que jeito? Será que iria usar a sensualidade dele? Provavelmente não, ele era um perfeito playboy. Ela respirou fundo antes de bater na porta.
- Um minuto, por favor.
Sophy ficou aguardando, com os nervos à flor da pele. Porque a fazia esperar, será que queria deixá-la. Pois ele sabia, não é mesmo? Sabia bem o efeito que causava nela, ou em qualquer mulher. E ele usara isso a seu favor no seu apartamento, pois bastara um olhar, umas poucas palavras, e ela se derretera toda diante dele.
Pode entrar, agora - ele falou lá de dentro.
Ela abriu a porta e parou ali mesmo.
Lorenzo estava de pé junto à janela e de frente para ela. Usando calça jeans, sem camisa. A luz que entrava por trás formava uma aura de brilho em torno do seu corpo. Nem precisava de tanto, ele já era deslumbrante sem isso.
O torso dele era bronzeado e sem sinais de suor, mas ela queria vê-lo molhado novamente. Queria passar as mãos nele e deixa-lo quente de desejo.
Desde quando tinha fantasias sexuais com um estranho? Esses impulsos incontroláveis de luxúria? Devia estar sendo influenciada pela imagem irresistível daquela pele maravilhosa.
- A primeira vez foi um engano - ela murmurou. - A segunda, você não pode evitar. - Ela abriu os olhos e o viu se aproximar e parar a poucos centimetros do rosto dela - Desta vez...
- Foi totalmente premeditado. 

No texto abaixo eu realmente quero acreditar que a tradutora errou... sinceramente não creio que essa tenha sido a intenção do Renz... Sim, a gente percebe no texto todo uma fome pra lá de possessiva... mas não creio que ele quisesse feri-la, na minha humilde opinião, ele queria torna-la mais acessível... 

No entanto sei que esse trecho pode gerar muitas controvérsias.
Pra confirmar minha opinião, temos o fato de que na primeira vez do casal o Renz é totalmente altruísta, pensando apenas no prazer e na satisfação da Sophy.

Ele tinha amadurecido, e suas trangressões não eram nada perto do que fizera havia muito tempo atrás. Agora ele se mantinha dentro da lei. No entanto, essa mulher tão perfeitinha o provocava. Sua vontade era de violentá-la.
 Como todo Bad Boy... na verdade Renz Hall é muito carente:
- Quero sair daqui com você.
- Não mereço você.
- Merece, sim.
Ela o faria entender que o amava, de um jeito ou de outro. Ela o amava, mas não podia dizer isso mais uma vez. Para não pressioná-lo em dizer o mesmo. Talvez ele nunca conseguisse dizê-lo, mas não importava. Seu torturado guerreiro se expressava com gestos. E ele estava ali, e isso era o bastante.



sábado, 4 de fevereiro de 2012

Depois da Escuridão — Sidney Sheldon & Tilly Bagshawe

Postado por Lidy às 2/04/2012 12:51:00 PM 9 comentários
(After the Darkness — Record — 2010)



O que acontece quando uma mulher que teve tudo percebe que não tem mais nada a perder?

Grace Brookstein é a socialite mais querida dos Estados Unidos e leva uma vida de princesa. Até o dia em que o marido, gênio das finanças e administrador do fundo de hedge Quorum, sai para velekar e nunca mais volta. Enquanto lida com a tragédia, um escândalo envolvendo o Quorum irrompe: bilhões de dólares foram roubados de seus maiores investidores — trabalhadores americanos de classe média e baixa. Da noite para o dia, a vida de Grace se transforma. Todos os seus bens são confiscados e ela é acusada de fraude. Determinada a provar sua inocência, Grace Brookstein parte em uma jornada que revelará que ninguém à sua volta é digno de confiança.

Grace Brookstein veio de uma família rica; a mais nova de três irmãs, Grace se sentia confortável em se assumir no direito de ter tudo do bom e do melhor, de ser amada — começando pelo pai, cuja perda representou um trauma — por todos, do marido Lenny a uma série de anônimos. Tão ingênua que chega a ser irritantemente estúpida, o mundo Grace desaba quando o barco do marido desaparece durante uma tempestade. Depois disso, o caos: Grace é presa, condenada por fraude e pega prisão perpétua. Não apenas não tinha com quem contar — até mesmo seu advogado aceitou um suborno para deixá-la apodrecer na prisão.

Encontrando algumas poucas aliadas dentro da prisão, Grace logo descobre que passara a vida inteira rodeada de puxa-sacos, e que um deles podia ter matado seu marido. Desesperada, ela arma um plano de fuga e acaba conseguindo escapar.

Entra em cena Mitch Connors. Responsável por levar Grace de volta, ele precisa seguir os prováveis passos dela, com a ajuda de um detetive particular que tinha informações sobre o paradeiro dela. Mesmo querendo odiá-la, Mitch sente que alguma coisa está errada e pode ser que decida se aliar a ela na busca pela verdade e na tentativa de provar sua inocência. Mas não há mais nada de inocente em Grace — além de uma cega confiança em Lenny. Ela estava sozinha, deprimida e amarga, e disposta a procurar seus sabotadores e exigir vingança, mesmo que tivesse que se tornar uma assassina.

Minha opinião: 
Depois da Escuridão começa em ritmo lento. Tilly Bagshawe — que escreve como Sidney Sheldon desde 2007 — passa um longo tempo situando os personagens antes de alavancar a trama. Aliás, passa tempo demais. Já na primeira página é óbvio que todos ao redor de Grace e Lenny Brookstein são um bando de puxa-sacos interesseiros e subservientes. Todos sabiam disso. Menos Grace.

No começo, Grace é uma criatura inútil, fútil — sua única preocupação era organizar festas e bailes de caridade e gastar —, iludida, tola e infantil. Ela se deixa levar como um cachorrinho na coleira, sem nunca parar para pensar que precisa tomar as rédeas da própria vida. Até o casamento com Lenny, um homem muito mais velho, foi uma tentativa de resgatar a infância, utilizando-o como figura paterna para substituir o próprio pai, morto quando ela era criança. Porém, um ano depois, Grace estava diferente. Não era mais tão crédula ou fraca e queria se vingar. Ela sofre uma mudança radical — mata seu estuprador, toma uma substância abortiva, se vinga de um falso amigo que só queria lucrar para cima dela — e a cena me trouxe uma imagem hilária à cabeça! —, mata, intimida, assusta. Nada a ver com aquela criança boba do começo.

Mas, sinceramente, eu não estou nem aí para Grace. Foram necessárias mais de 150 páginas para ela crescer. O que eu quero mesmo é que Tilly Bagshawe encontre uma maneira satisfatória de trazer Mitch Connors em outro livro. Tal como um herói de romances, Mitch é generoso, gentil, numa incansável busca pela verdade — ainda que seja mais por estar apaixonado por Grace — com a vantagem de que reconhece que estava errado no início.

Então, Depois da Escuridão é um bom livro. Talvez um espinho para quem foi diretamente atingido pela crise financeira, ou para quem não goste de dramas, mas certamente vai satisfazer os pacientes, mártires e amantes de reviravoltas.

Ainda não sei se vou me arriscar a ler outro livro de Tilly Bagshawe — vai que todas as heroínas dela beirem a demência? —, mas sei que vou tentar se algum dia ouvir o nome Mitch Connors de novo.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Amante por Engano — Catherine George

Postado por Lidy às 2/02/2012 11:17:00 AM 0 comentários


(An Engagement of Convenience — 2000 — Julia 1087)

A atração era forte demais.

Quando Harriet aceitou se passar por Rosa, sua amiga, não imaginou que acabaria interpretando seu papel tão bem a ponto de levar o milionário Leo Fortinari a se sentir perdidamente apaixonado por ela.
Achando que Harriet fosse Rosa, Leo chegou a lhe propor um noivado de mentira, com a intenção de agradar sua avó doente.
Harriet não ousou contar que estava visitando a Itália no lugar da amiga, mas também achava que não teria coragem de enganar a amável avó de Léo. E ficar noiva dele seria desastroso. O desejo que sentia por Léo era imensamente perigoso, pois poderia fazê-la revelar seu disfarce e, pior, poderia levá-lo a descobrir que ela ainda era virgem!

A família de Harriet Foster precisava de dinheiro para pagar uma cirurgia da mãe dela, que era viúva. Por isso, quando Rosa Mostyn se oferece para pagar uma a cirurgia, a reforma da casa e uma enfermeira para a avó de Harriet, ela aceita se passar pela amiga de ascendência ítalo-escocesa durante um final de semana.

Juntas, Harriet e Rosa discutem os detalhes da viagem e dos membros da família, e Rosa instrui Harriet a manter distância do primo Leo, o culpado por seu exílio quando tinha dezessete anos.

Mas Leo não parecia disposto a se manter afastado de “Rosa” e não demorou muito para que Harriet percebesse que ele era mesmo um perigo, mas bem diferente do que Rosa temia.

Minha opinião:
Esse é um livro bem leve, que dá para a gente ler durante uma tarde e não ficar irritada. Está na lista dos “esquecíveis”, isto é, aqueles que a gente lê uma vez, esquece, e nada fica marcado — tanto que eu tinha lido antes, mandei pro sebo, e acabei achando e lendo de novo, só para perceber no fim que eu já tinha lido.

Talvez a única diferença seja que o mocinho italiano legítimo não seja um dos assessores de imprensa do diabo. Quer dizer, 99,9% dos homens mediterrâneos são o capeta em pessoa, mas Leo é um doce, apesar da desconfiança — deve ser algum gene que permite que um italiano fareje mentiras a quilômetros de distância. Harriet não fica com medo das provações, tenta manter a cabeça fria, mas o Leo deixa o sangue de qualquer uma bem quente. :D

Então, leia se quiser uma coisa bem light, nada complicado. É rápido e a gente nem vê o tempo passar. Só que eu achei a explicação para a semelhança entre Rosa e Harriet muito fácil. Enfim...

Ah, esse livro também faz parte de uma série sobre os habitantes de Pennington, o que me fez perguntar por que o 10º livro de uma série sobre o pessoal de uma cidade da Inglaterra se passa na Itália. Descobri isso no FictionDB e ainda não sei se os outros foram publicados aqui. Se forem, vou caçar, porque gosto do estilo leve que a Catherine George tem.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Romance proibido - Melanie Milburne

Postado por Rafaela às 1/28/2012 04:04:00 PM 3 comentários


Sinopse:

Um caso proibido...

Nina foi abandonada com um bebê nos braços, porém a criança não é seu filho! Sua maquiavélica irmã gêmea tentou dar o golpe do baú em um milionário, mas o destino pôs um fim trágico a seus planos diabólicos...

Vingança... e casamento!

Marc Marcello quer a guarda da menina. No entanto, confunde a pacata Nina com sua desonesta cunhada. E ela está decidida a proteger seu amado bebê a qualquer custo... mesmo que tenha de esconder a verdadeira identidade e aceitar um casamento de conveniência!


Minha Opinião:

Esse livro é bem legal.
Aliás como muitos livros que envolvem chantagem como tema, me dá uma raiva do chantageador (principalmente nesse tipo de caso quando o 'mocinho' ameaça tirar a guarda da criança da "mãe"), mas eu gosto rs. Principalmente quando eles sofrem depois, aí é a hora da desforra HAHAHAHA *risada maligna*.

O Marc começa o livro bem chato, mas entendesse os motivos de tanta revolta e ele muda bastante depois.
Mas nessa história quem com certeza me deu mais raiva ou melhor ÓDIO, foi a mãe biológica da criança, a Nadia, irmã gêmea da Nina. Ô mulherzinha, viu? Completamente intragável! ¬¬
Certamente desempenha super bem seu papel de vilã, sendo detestada até o fim.

A história é ótima, mesmo sendo uma fórmula simples: gêmea-sofre-na-mão-do-mocinho-que-pensa-que-ela-é-a-gêmea-má, que inclusive já foi até enredo de novela, (diga-se de passagem A Usurpadora é demais. Paola Bracho é diva! *--* hehehe) mas que em minha opinião sempre pode ser explorada de várias formas novas sem perder a força.
Um exemplo disso é o livro "A gêmea errada" da autora Rebecca Winters, que é lindo de morrer, totalmente emocionante!
Adoro essa temática de livros com gêmeos(as), acho muito cativante. Me prendem muita a atenção.
E Romance proibido não fica atrás.
Gêmeas + Mocinhos Italianos + chantagem + troca de identidade + vingança + perdão = TUDO DE BOM!
Bjs

PS.: É eu sei sou contradição, odeio a Nadia e acho a Paola diva. Vai entender... ^^ (hihihi!)

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Promoções desse mês no CdM - (Janeiro)

Postado por Rafaela às 1/26/2012 09:18:00 PM 1 comentários
Participe das promoções do CdM e concorra a dois kits exclusivos de livros ótimos!

Clique nas imagens abaixo para participar!

Kit Beijada por um anjo 4 - Destinos Cruzados:


Até 05/02.


Kit Julieta Imortal:


Até 12/02.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Immortals after Dark — Kresley Cole

Postado por Lidy às 1/21/2012 07:59:00 PM 6 comentários
Uma série de mini-resenhas sobre a série, do primeiro livro ao décimo primeiro. :) Para ver as capas em alta resolução, é só clicar nas imagens.

1. The Warlord Wants Forever:
Nikolai Wroth está conquistando um castelo inimigo para seu Rei quando encontra a mulher que o faz viver de novo — literalmente. Cinco anos depois, ele a encontra e adquire o poder de controlá-la. Myst é a Valquíria considerada a mais linda e precisa esquecer algumas coisas — como o fato de ser uma matadora de vampiros — antes de se arriscar a um futuro com Nikolai.

Nikolai é responsável, cavalheiro e sensível, mas também é mandão e autoritário. Eu amo! Myst é louca, serelepe e precisa urgentemente de alguém que a faça controlar seu lado mais selvagem. Entra em cena o vampirão. Affff!

2. A Hunger like no Other:
Emmaline Troy viajou a Paris para encontrar informações sobre os pais, mas acaba encontrando o rei dos Lykae, que passou os últimos 150 anos sendo torturado a mando do Rei da Horda. Lachlain procurou sua parceira por mil anos, e estava decidido a possuí-la de uma forma ou de outra, mesmo que ela fosse parte vampira, parte Valquíria e relutasse em ver que pertencia a ele.

Lachlain é perfeito para quem gosta de macho alfa de carteirinha, torturado, dominador e possessivo — como eu, mesmo que às vezes eu tenha tido vontade de dar uns murros nele. Emmaline começa covarde, medrosa e insegura, mas quando percebe que essa atitude não ajudava em nada, ela faz o que pode para mudar. Infelizmente, sobra para Lachlain. hehehehe

3. No Rest for the Wicked:
Kaderin foi despachada para a Rússia para matar um vampiro e adicionar suas presas à sua longa coleção. O que ela não esperava era a) que ele aceitasse a morte sem lutar, b) ser sua Noiva, c) ter um sanguessuga disposto a conquistá-la a qualquer custo. Sebastian faria qualquer coisa para provar a Kaderin que se importava, até vencer para ela o Talisman’s Hie, uma competição imortal que Kaderin estava acostumada a vencer cujo prêmio seria uma chave que abria os portais do tempo e poderia ser usada para trazer os mortos de volta.

Sebastian é uma graça — cavalheiro, gentil, tímido (amo quando eles são assim!) e muito decidido. Ele sabe que não ama Kaderin no começo, mas está disposto a tentar, e usa de todos os meios possíveis para descobrir o que pode sobre ela. Ele é totalmente aquele tipo de homem que manda flores sem razão nenhuma e abre a porta do carro para a gente entrar. Kaderin dá um novo significado à palavra ‘apática’, já que não pode sentir nada. Mas Kresley Cole faz um excelente trabalho ao passar para o papel as emoções que ela achava que devia estar sentindo, então, não torcer para ela e Sebastian é impossível.

4. Wicked Deeds on a Winter’s Night:
Bowen MacRieve e Mariketa também queriam vencer o Talisman’s Hie — ele porque queria trazer a parceira de volta, ela porque seria uma fonte de poder extra para as Bruxas. Exceto que Bowen e ela não se bicam, ele a tira da competição e ela o amaldiçoa... Além de descobrir como exatamente a morte de seus pais estava relacionada à da amada de Bowen.

Bowen é o clássico homem torturado que perdeu a mulher amada e não consegue parar de pensar nela; a diferença é que ele é um lobisomem de escocês de alguns milhares de anos. Ele é protetor, decidido, mandão, possessivo, um pouquinho selvagem e um grande cabeça-dura. Ainda bem que Mariketa, mesmo tão jovem, consegue fazê-lo comer na palma da mão dela. Ela não leva desaforo para casa e não perde tempo ao exigir dele tudo que ele deve dar, e não apenas o que ele quer.

5. Dark Needs at Night’s Edge:
Néomi Laress foi assassinada há 80 anos e se tornou um fantasma cuja única diversão era assombrar sua antiga mansão, que agora era a prisão de um vampiro enlouquecido e olhos vermelhos. Os irmãos de Conrad o aprisionaram contra sua vontade a fim de forçá-lo a recuperar a sanidade e sair da lista de ‘para matar’ do Rei Kristoff. Essa é a chance perfeita para que a fantasma e o vampiro se conheçam melhor e desenvolvam uma relação mais baseada na afeição e no respeito. Pelo menos até Conrad cometer um erro terrível e se arrepender.

Conrad começa louco, insensível, com sede de sangue e vingança, incapaz de se controlar, repleto de ódio e maldade. E eu me apaixonei por ele. Quando ele e Néomi se conhecem, tudo isso deixa de ser importante e ele assume a pose de cavalheiro na armadura de prata, atencioso, gentil, ardente e apaixonado — mas ainda dá um surto ou outro de vez em quando. Néomi é engraçada, astuta, sagaz, e já se acostumou a ser um fantasma, apesar de ainda não ter conseguido gostar disso. Ela se prontifica a ajudar Conrad a adquirir controle e se livrar da sede de sangue, e consegue seduzi-lo sem fazer virtualmente nada. Pessoalmente, acho esse um dos livros mais românticos da série.

6. Dark Desires after Dusk:
Holly Ashwin viveu durante vinte anos em meio a humanos sem saber que era uma meio-Valquíria com TOC. Uma noite, ao ser seqüestrada por um grupo de demônios e resgatada por Cadeon, ela aprende tudo sobre destino de dar à luz um filho que lutaria pelo bem ou pelo mal dependendo do pai. Aos poucos, ela e o demônio depravado se apaixonam e Cade promete levá-la a um feiticeiro que poderia reverter a mudança... Mas era na verdade o único que podia ajudar o irmão de Cade a recuperar o trono perdido, e exigia Holly como pagamento.

Cade é o irmão pervertido, devassado, tipo um daqueles nobres saidinhos da época da Regência, e adora cada momento disso. Ele guarda a culpa pela perda do trono do irmão e aprendeu da maneira mais difícil que tudo que aconteceu desde então era sua culpa, por isso, fará o que puder para ajudá-lo. Holly é obsessiva, puritana, neurótica e genial. Ver como duas criaturas tão diferentes podem ficar juntas e se apaixonar é muito interessante.

7. Kiss of a Demon King
Sabine, Rainha das Ilusões, estava destinada a ter um filho com o Rei Rydstrom, deposto pelo irmão dela, um feiticeiro do mal que cobiçava o poder de um artefato guardado no reino dos demônios da raiva. Para piorar as coisas, Sabine e a irmã eram envenenadas todos os dias e alimentadas com o antídoto a fim de evitarem uma traição. Rydstrom estava disposto a qualquer coisa para conseguir seu reino de volta, mas o que ele faria quando fosse obrigado a escolher entre a coroa perdida e sua rainha?

Rydstrom é calmo, dado a ponderar, quietinho, e Deus me livre ver esse homem perdendo o controle. Mais ainda, tenho pena da Sabine, que ocasionou essa perda. Ela é bem bitchy mesmo, tem o coração gelado, é má, e se deixar, amarra o homem na cama pra usar o corpinho delicioso dele sem dó nem piedade... E o que ele faz quando se liberta? Retribui o favor, ué!

8. Deep Kiss of Winter: Untouchable
Murdoch estava ajudando o irmão a buscar a Noiva fugitiva, certo de que era melhor ficar solteiro, até resgatar uma Valquíria da morte certa. Daniela era diferente das irmãs em tudo — ela estava disposta a viver com ele, apesar de não conseguir entender como sua pele gelada poderia suportar o contato com a dele. Mas ainda havia outra dúvida: como um casal tão improvável — a princesa de gelo e o sanguessuga — poderia viver junto sem causar a morte um do outro?

Murdoch é um ex-mulherengo — a pipa do vovô não sobe mais depois que um homem vira vampiro. Ô dó! — que adora batalhas, é machista, devotado ao irmão, mas que não dá a mínima para a causa de Kristoff. Quando conhece Danii, percebe que era um idiota que não sabia nada sobre mulheres, além de fisiologia feminina. Ela é mais sensível que as outras Valquírias, justamente por não poder ser tocada — literalmente — e anseia por manter contato com outro ser, mas sabe que nem por isso vai agüentar desaforo e repetidas vezes deixa isso bem claro, mas ele sempre volta com o rabinho entre as pernas e pedindo desculpa.

9. Pleasure of a Dark Prince
Lucia fora enganada por um deus e se casou com ele. Tarde demais, ela percebeu que apenas o rosto de Crouch era de um anjo, que sob a capa de beleza se escondia um monstro — literalmente. O engano quase a levou a morte, mas em troca de um voto de castidade, ela viveu, fadada a ser carcereira de Crouch, que tentaria sair da prisão a cada 500 anos. O príncipe dos Lykae, Garreth, faria o que pudesse para ajudar Lucia naquela missão misteriosa, mesmo que ele não entendesse como ela se enfiara naquela situação e porque não manter um relacionamento físico era tão importante. E tudo fica mais perigoso quando Lothaire os persegue...

Garreth é como todos os outros lobos até agora — mandão, possessivo, ciumento, autoritário, mas com a diferença de que ele deixa Lucia comandar o ritmo. Ele sabe que é importante que ela o queira, e que forçá-la não vai dar em nada. Desde o começo, ele deixa claro que faria tudo por ela, mesmo que isso o levasse dessa pra pior. Ela é reservada, calada, ponderada, a única Valquíria que não se dá a ataques de ira ao menor sinal de briga. Só que há um lado dela que gosta de atenção — principalmente se vier de um lobisomem de 1,90m —, mas sabe que não pode ignorar o dever, mesmo que isso complique o relacionamento com Garreth.

10. Demon from the Dark
Carrow foi seqüestrada pela Ordem e coagida a buscar o demoníaco vampiro Malkom do inferno a fim de ser estudado, sob a desculpa de ser libertada com a pequena Ruby. Ela vai, mas ao chegar, descobre que além de parceira para a parte demônio, também era Noiva da parte vampiro. Malkom estava animado por finalmente estar apto a, hum, conhecer uma mulher intimamente, e não demora muito para que Carrow e ele se apaixonem. No entanto, quando ela o trai e entrega a Ordem, ele jura que nada o impedirá de se vingar, ainda que esteja totalmente apaixonado.

Malkom sofreu todo tipo de traições e tortura, e mesmo com 400 anos, ainda se sente envergonhado por isso. No entanto, isso não muda o fato de que há um lado dele que precisa de amor, que é carinhoso e protetor, que anseia por confiar em alguém que o respeite. Carrow é uma bad girl incompreendida, disposta a não permitir que uma menininha inocente sofra o mesmo descaso que ela. Ela tem que entregar Malkom, traí-lo, e isso a deixa doente, mas mesmo quando ele promete matá-la, ela jura que fará o que puder para salvá-lo. Outro caso de opostos que se atraem — e são perfeitos um para o outro.
PS: Ruby, a prima de Carrow, é uma fofa. Achei super cute-cute os momentos dela com o Malkom e o modo como eles foram, aos poucos, desenvolvendo uma relação.

11. Dreams of a Dark Warrior
Regin também é seqüestrada pela Ordem e seu captor era ninguém menos que a 5ª reencarnação de Aidan, por quem se apaixonou mil anos antes. Como se a maldição de Aidan não fosse o bastante, Declan ele parecia disposto a destruir todos os imortais — inclusive Regin. A família dele foi brutalmente assassinada por imortais, e desde a adolescência, ele não tem feito nada além de lutar pelo extermínio de todos os monstros. Entre o fato de ele querê-la morta e a maldição, como eles poderiam ter um futuro juntos?

Declan é torturado — e tem marcas físicas e emocionais para provar —, mas também é irritante, pomposo, insensível e frio. Ainda bem que Regin está lá para guiá-lo. Ela é brincalhona, irônica, sagaz e osso duro de roer, nunca entrega os pontos e não leva desaforo de ninguém. Se sente culpada pelas sucessivas mortes de Aidan, e, mesmo apaixonada, percebe que não precisava aceitar todas as humilhações de Declan — isto é, Valquíria com raiva mode on. Aos poucos, ambos vão trabalhando as diferenças e Declan vai procurando meios de se desculpar, apesar de que, como ele pode perceber, é preciso muito mais que um “sinto muito” para apagar o mal que fez a ela.

12. Lothaire

domingo, 15 de janeiro de 2012

Lothaire — Kresley Cole

Postado por Lidy às 1/15/2012 10:41:00 PM 10 comentários

Todos temem o inimigo antigo

Guiado por uma insaciável necessidade de vingança, Lothaire, o vampiro mais implacável do Lore, planeja se apoderar da coroa da Horda. Mas sede de sangue e tortura o deixaram a beira da loucura — até que ele encontra Elizabeth Peirce, a chave para a vitória. Ele captura a extraordinária jovem mortal, pretendendo oferecer sua alma em troca de poder, apesar de Elizabeth acalmar sua mente atormentada e despertar emoções que Lothaire acreditava não mais experimentar.

Uma força mortal reside dentro dela

Crescida em desesperadora pobreza, Ellie Peirce ansiava por uma vida melhor, nunca imaginando que seria condenada por assassinato — ou que um cruel imortal a tiraria do corredor da morte. Mas Lothaire não é um salvador, pois ele mesmo planeja sacrificar Ellie em um mês. E ainda assim o vampiro parece doer por seu toque, regando-a com riqueza e prazer sexual. Em uma tentativa para salvar sua alma, Ellie rende seu corpo ao vampiro cruel, enquanto jura proteger o coração.

Séculos de fria indiferença destruídos

Elizabeth tenta Lothaire além da razão, como apenas sua parceira destinada poderia. Enquanto o fim do mês se aproxima, ele precisa escolher entre uma vendeta de milênios e sua irresistível prisioneira. Lothaire sucumbirá aos mistérios de seu passado... Ou arriscará tudo por um futuro com ela?

Eu sei que a série Immortals after Dark precisa de um post urgente aqui no EB. Enquanto isso não acontece, a gente se delicia com o vamp gostoso-delicioso-e-mal que protagonista o mais novo lançamento da série.

Ao ver a mãe ser estuprada e assassinada enquanto ainda era menino, Lothaire promete vingança através da posse das coroas da Horda e dos Dacianos, um grupo de vampiros que vive nas sombras e há rumores de que sejam apenas lendas. De qualquer forma, Lothaire é resgatado pelos seres mais inesperados e passa os milênios seguintes planejando maneiras de se apossar das coroas depois de se vingar pessoalmente dos dois reis traidores.

Para que isso acontecesse, ele precisaria de uma Noiva. Com a ajuda de Hag — a fada feia de Kiss of a Demon King —, Lothaire descobre que ela estava vindo... E a informação o leva diretamente a Elizabeth Peirce, uma humana pobretona coabitada por Saroya, a deusa caída dos vampiros. Ela o sangra e Lothaire promete fazer tudo a seu alcance para salvá-la da maldição que a acometia, transformá-la em vampira e dominarem os bebedores de sangue.

Para tanto, ele permite que Ellie passe os cinco anos seguintes na prisão, após ser acusada de uma série de assassinatos cometidos por Saroya. Enquanto Lothaire procura um anel que poderia realizar seus desejos — e não é o Um Anel —, Ellie é mantida prisioneira, consciente de que em menos de um mês seria sacrificada para que Saroya a possuísse totalmente, mas ao mesmo tempo vítima da sedução do homem que ameaça matá-la...

Minha opinião:
No dia em que descobri que Lothaire seria lançado no dia do meu aniversário, eu me apressei a usar minhas férias para ler toda a série IAD e manter atualizada com o que eu encontraria, afinal, o vamp do mal seria meu presente de aniversário para mim mesma.

Então, em A Hunger Like No Other, eu quis logo ler a história de Lothaire, que é uma dos coadjuvantes mais importantes da série. E a vontade só cresceu enquanto eu chegava em Pleasure of a Dark Prince e Dreams of a Dark Warrior. Aí, já viu. O apito de coadjuvante de luxo ficou louco.

Lothaire é arrogante, cruel, cínico, um verdadeiro vilão. Ao contrário do Dmitri da série Guild Hunter, ele é mesmo mau. Esse vamp aí vai além do bad boy, pois sua redenção parece impossível. Ao contrário da maioria dos vilões que viram heróis, Lothaire é um herói que permanece vilão, já que ele mantém todas as características que o fizeram o inimigo pessoal de todos os Loreans. E é interessante vê-lo se apaixonar por uma mulher que é diferente de tudo que ele queria para si mesmo.

Ellie é pobre, mas inteligente, animada, sagaz, esperta, observadora e muito decidida. Ela não é vazia como Saroya e aprendeu a não ter nada como garantida. Sabe que tem um destino não muito bom, e se conforma tanto quanto busca uma maneira de escapar dele, ou pelo menos, diminuir a dor. Além disso, ela é ousada, pois apenas alguém muito intrépido — ou louco — se atreveria a desafiar Lothaire. Em poucas palavras, ela é bem diferente da maioria das mocinhas que fica sentada num canto chupando as pitangas.

Uma série de coadjuvantes especiais e um final cheio de reviravoltas e momentos “WTF?” me deixou com uma grande DPL. Não é todo o dia que a gente encontra um livro intenso dando sopa por aí — desde as entrelinhas às cenas de sexo mais quentes que já li em um longo tempo, Lothaire é um imenso prazer culposo. Quero dizer, eu terminei e recomendo para todos, mas o que eu vou fazer até que o próximo livro seja lançado? Agosto não chega rápido o bastante.

E acho que Nïx é a versão feminina desvairada do Acheron. Girl power!
 

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