terça-feira, 4 de dezembro de 2012

A Noite Mais Sombria - Gena Showalter

Postado por Mara às 12/04/2012 10:45:00 PM 4 comentários

A Noite Mais Sombria

Ashlyn Darrow sempre fora atormentada por vozes de diversas épocas, sobrepostas, interligadas, vindas de todas as direções, causando-lhe profundo sofrimento.

Só havia um lugar onde ela talvez pudesse encontrar a cura para seu mal: a misteriosa fortaleza habitada pelos imortais, em Budapeste. Homens com poderes extraordinários, cada um carregava em si um dos demônios libertados da caixa de Pandora.

Porém, somente Maddox, o guerreiro castigado com a mais cruel de todas as maldições, seria capaz de livrar Ashlyn de seu desespero. 

Morrendo todas as noites e renascendo à alvorada, o guardião do demônio Violência agonizava com o desejo de tocar Ashlyn, mas receava perder o controle sobre o espírito maligno e se tornar uma ameaça para ela.

Meu Comentário:

Mais uma leitura para o debate quinzenal do Grupo ALMAImortais no Facebook.

Digamos que seja muito bom começar uma série pelo 1º livro, o fato de a leitura começar em "A Noite Mais Sombria" me permitiu não "boiar" muito.

Os Senhores do Submundo são homens incomuns, poderosos e amaldiçoados.

A Mitologia Grega corre solta nessa série, e acreditar em contos de fadas faz toda a diferença.

Ashlyn é dona de uma força de vontade ferrenha e de uma coragem e altruísmo digno de nota.

Maddox é um homem torturado pela culpa, e pela maldição de morrer todas as noites da pior forma possível.

Se tem final feliz???

... Só quem acredita em Contos de Fadas será capaz de descobrir.

Entre os "Senhores", alguns me despertaram o interesse e confesso paixão e compaixão...

Torin (enfermidade), acompanhado bem de perto por Aeron (Ira) e Lucien (Morte).

(*.*) "Curiosa sobre os livros deles"

Nota? Com certeza 10.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Simply Sexual — Kate Pearce

Postado por Lidy às 5/17/2012 02:09:00 AM 6 comentários
Simply Sexual — Kate Pearce (não publicado no Brasil)


Personagens: Valentin Sokorvsky & Sara Harrison

Satisfação sexual

Dez anos como um escravo sexual num bordel turco deixaram lorde Valentin Sokorvsky com um insaciável apetite por sexo. Agora a hora de ele se casar chegou, mas encontrar uma mulher que possa satisfazer seus desejos lascivos se mostra um desafio... Até que ele conhece Sara e tudo em que pode pensar é em tê-la deitada debaixo de seu corpo firme, implorando para prová-la e tocá-la...

Sedução sensual

Sara Harrison sabe que devia estar chocada e escandalizada pelos atrevidos avanços de lorde Sokorvsky, mas em vez disso, ela está secretamente excitada por esse homem sensual e sedutor. Pois debaixo de seu comportamento calmo e composto está uma mulher que anseia pela carícia íntima de um homem. Ela está mais que disposta de ser educada na arte da sensualidade, para receber e dar prazer e sucumbir ao selvagem desejo que não conhece limites...

Lorde Valentin Sokorvsky é abandonado à própria sorte durante uma viagem. Felizmente, ele é resgatado... E não tão felizmente assim... Enviado para prestar serviços em um bordel, onde fica por dez anos e acaba fazendo amizade com um garoto inglês.

Ambos retornam à Inglaterra juntos com a ajuda de um nobre, e lá, após alguns anos, Valentin se vê desejando Sara, filha de seu salvador, uma solteirona aparentemente sem nenhuma chance de casamento. Apesar do desgosto mal explicado, o pai de Sara permite que Valentin e ela se casem.

Valentin tinha certeza de que ela era a mulher que podia fazê-lo esquecer do passado, mas era preferível que Sara não soubesse o que acontecera. Mas diante do próprio desejo de Sara e sua insistência em transformar aquele casamento na união que ambos precisavam, o que Valentin pode fazer além de lhe dar uma passagem de ida ao melhor bordel de Londres?

Minha opinião:

Faz algum tempo — tá, alguns meses —, que a Flavia pediu para a gente ler e resenhar esse livro. Aqui está. Demorou, mas chegou. :D

E, bem, ainda não sei como me sinto em relação a ele. Não é o tipo de livro que recomendo para quem está acostumada a Barbara Cartland ou para alguém que ainda acha que os Momentos Íntimos e Julia Paixões Picantes da vida são o máximo de “hot”. Não, Simply Sexual é muito, muito, muito, muito hot. Tipo burning hot. Eu poderia comparar com Lora Leigh, mas acho que — as fãs dela que me perdoem —, Kate Pearce tem mais classe.

Então, o que saiu de errado? Não sei. Gostei do começo do livro, até a parte em que Sara e Valentin começam a explorar a sexualidade dela. A partir daí, as coisas começaram a não fazer sentido. Sara, de solteirona sem graça, passa de repente a ser uma ninfomaníaca incontrolável que poderia dar aulas ao Marquês de Sade. Valentin não tem propósito na vida a não ser encontrar a satisfação sexual — não sei, mas meio que esperei que ele tivesse horror a sexo. Talvez porque ele foi uma criança obrigada a se prostituir, que passou por situações degradantes?

E ainda há Philip, o amigo com quem Valentin ficava no bordel. Ele se encaixa nessa relação — um ménage H/H/M —, mas não é protagonista. Também não é coadjuvante. Ele é... Um estepe.

No fim, acho que ainda não consigo acreditar no relacionamento de Sara e Valentin. Não senti amor, principalmente porque o modo deles de demonstrar isso é sexo — e há tantos parceiros, mas duvido muito que eles estivessem apaixonados por todos. Não há muita coerência entre suas personalidades e ações; além disso, Valentin é simplesmente obcecado por sexo e Sara é ignorante demais. Ela é levada ao bordel para conhecer Valentin melhor, mas será e o homem que ele é — ou devia ser — fora de lá?

Então, não acredito que o casamento deles seja passional. É sexual, quente, hardcore. O tipo que me fez feliz por ler durante o frio, mas que precisa de romance: são 18 cenas de sexo — ou será que são mais? Não sei, perdi a noção depois da quinta...


A princípio, parece haver mais desvantagens que vantagens em ler Simply Sexual. Eu não posso dizer que gostei nem que não gostei, mas uma coisa é certeza: esse é realmente erótico. E terminei a leitura com a certeza de que, apesar de tudo, Sara e Valentin foram feitos um para o outro: ele continuou uma máquina de sexo e ela virou a única capaz de lidar com o priapismo dele.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Blogosfera Anti-Plágio

Postado por Lidy às 4/25/2012 07:00:00 AM 1 comentários
Então é assim: você pega aquele seu livro bacana da estante. Abre, começa a ler. Presta atenção em todos os detalhes, cola post-its, faz anotações. Pensa em como aquela frase vai fazer o maior efeito na sua resenha. "Poxa, acho que os leitores vão gostar disso". Às vezes, você embarca na história. De outras, deixa até mesmo o seu prazer de lado para pensar em como vai apresentar sua opinião aos leitores do seu blog. Aí você, incauto blogueiro, termina a leitura. Pega seu livro, seu caderninho de anotações, seu arquivo com notas, o que seja; e vai para a frente do computador. Passa umas boas duas horas pensando em como irá traduzir em palavras o que sentiu durante a leitura. Se não usa a sinopse oficial do livro, gasta mais duas horas escrevendo uma sinopse personalizada, tomando aquele cuidado especial para não colocar nenhum spoiler.
Então vem a fase de revisão. Você lê, relê. Muda frases de lugar, ajusta conceitos. Reformula ideias. Talvez apague tudo e recomece. Afinal, você é um blogueiro responsável. Quer que seu texto saia o melhor possível, que os leitores puxem lencinhos e se emocionem com você, ou que leiam e riam porque você também riu lendo aquele livro. E você procura imagens. Capas de várias edições pelo mundo. Imagens em gif que traduzam seu surto ao ler aquela história. Trilhas sonoras que acompanharam sua leitura. Imagens que ilustrem o quanto você foi afetado pelo que o autor te contou naquelas páginas.
Quem sabe você não seja tão perfeccionista e só escreva seu texto, tomando o cuidado de ver se não tem nenhum errinho. Tudo bem. Deu trabalho do mesmo jeito escrever as coisas da melhor maneira que você sabia. Tudo isso te custou tempo. Aquele espaço entre seus dois empregos. Suas horas de folga que podiam ser empregadas em outras formas de lazer. Minutos e mais minutos madrugada adentro, em que você poderia estar dormindo. O drama pode parecer exagerado, mas muitos blogueiros deixam o lazer e o sono de lado pra manter o blog! Mas você ama ler. E ama seu blog. Ama escrever e ama o que faz  e é por isso que você está ali, persistente. Criando seu próprio conteúdo. ...Tudo isso para vir um babaca chupinhador e roubar seu trabalho suado de horas em alguns poucos segundos, postando aquilo que você deu o sangue pra criar como se fosse dele. SEM CRÉDITOS. Enganando a todos: aos leitores, que nem sempre sabem do que o kibador é capaz; às editoras e autores que inadvertidamente fecham parcerias com tais blogs... e a ele(a) mesmo(a), que anda por aí achando que ninguém percebe a grande e robusta mentira que é.

PLÁGIO É CRIME. É ANTIÉTICO. RESPEITE O TRABALHO DE QUEM CRIOU O CONTEÚDO. QUER MANTER UM BLOG? ESCREVA VOCÊ MESMO! (Ou fique na sua, que é melhor pra todo mundo. E mais respeitoso também.)
Esse post é parte de uma postagem coletiva contra o plágio na blogosfera. Acesse o site "Blogosfera Anti-Plágio", saiba mais sobre o assunto e veja quem mais apoia essa causa.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Lover Reborn — J. R. Ward

Postado por Lidy às 3/28/2012 02:09:00 PM 0 comentários
Demorou, mas a criança nasceu! Tohr está aqui! *Sai pulando e dançando e soltando fogos de artifício*

Não sei se vocês sabem, mas me deu a louca e eu criei coragem e fiz um blog só meu — por isso que eu sumi. *Faz a cara de Gollum gritando “meu precioso”* Então pensei que seria legal inaugurá-lo aqui no EB (!!!) com o link da resenha do novo livro da JR Ward. Todo mundo sabe que eu sou apaixonada pelo Tohr e passei um bom tempo arrancando os cabelos e comendo as unhas de ansiedade. Se alguém quiser saber se perder os cabelos e as unhas valeu a pena, clique aqui. E aproveite para comentar, seguir o blog, dar uma olhada nas outras poucas postagens... Essas coisas. :D

Obrigada pela atenção. ;)

domingo, 18 de março de 2012

A lista de desejos de Juliet - Liz Fielding

Postado por Rafaela às 3/18/2012 09:36:00 PM 0 comentários


Sinopse:

Atirar champanhe no namorado vigarista – que também era seu chefe – teve sérias conseqüências. Juliet foi despedida! E depois de ter jurado não se aproximar mais de nenhum homem, ela voltou para a casa da mãe com o objetivo de recomeçar a vida – mas acabou encontrando com uma paixão de infância: Gregor McLeod.


Minha Opinião:

Eu AMO essa capa! rs Acho tão lindinha! ^^

A lista de desejos de Juliet é um desses livros que te encantam, (assim como me encantou) e você não sabe ao certo o motivo, se o que te seduz é o lado romântico, se é por causa das pitadas de humor e das tiradas divertidas ou se é a mistura de tudo isso.
É um livro bem leve, uma daquelas leituras rápidas e gostosas que só tem o intuito de divertir e fazer o leitor se sentir bem, nada de sustos durante a leitura ou surpresas desagradáveis, muito pelo contrário, você o lê com um sorriso nos lábios e às vezes com algum ou outro suspiro rs.

Eu já li duas vezes e pretendo ler mais, porque adoro, é um livro perfeito para ler depois de alguma outra leitura mais densa, arrastada, lenta ou algum livro com uma trama mais pesada. Como um sorvete num dia quente de verão rs. Ideal para quando você quiser descontrair e relaxar.

Gosto muito mesmo desse livro e recomendo.
A história não tem nada demais, é meio simples mas é tão fofa! Têm uns momentos bem engraçadinhos!
Em alguns momentos a Liz Fielding cita "O diário de Bridget Jones" da autora Helen Fielding (não sei se elas são parentes, acredito que não, se alguém souber por favor me informe que edito o post xD),e talvez ela o tenha usado como uma referência (quem sabe, né?), me parece que "A lista de desejos de Juliet" tem algumas características de um chick lit misturado com romance de banca, se ele fosse um flme eu o classificaria como uma comédia romântica (meu gênero preferido de filmes). Então acho que quem gosta de romance de bancas, chick lits e/ou comédias românticas talvez goste bastante desse livro.

Achei que a escolha da capa nacional encaixou como uma luva, (menos o "Greg" que achei meio engomadinho demais bem diferente do personagem) mas o resto combina totalmente: a "Juliet", o cenário de fundo, tudo.
Enfim, o livro é uma gracinha!
Super indico.
Bjs

domingo, 4 de março de 2012

Angels’ Flight — Nalini Singh

Postado por Lidy às 3/04/2012 10:41:00 AM 5 comentários
Angels’ Flight é uma coletânea de quatro contos a respeito dos personagens da série Guild Hunter. Nessa série, anjos são responsáveis pela criação de vampiros em troca de um contrato de servidão de 100 anos. Quando um vampiro foge, é tarefa dos caçadores do Guild procurá-lo e levá-lo de volta.
Angels’ Pawn é um especial originalmente lançado como e-book; Angels’ Judgment foi primeiramente publicado na antologia Must Love Hellhounds e Angel’s Wolf foi lançado na antologia Angels of Darkness. Quanto a Angels’ Dance, foi publicado pela primeira em Angels’ Flight.


1. Angels’ Pawn
Personagens: Ashwini “Ash” & Janvier

Uma guerra pelo poder na Louisiana leva a caçadora Ashwini a pedir a ajuda do vampiro Janvier para que ele a ajudasse a levar de volta uma vampira recém-transformada que foi pega na linha de fogo e estava presa pelo chefe de um Beijo — basicamente, uma associação de vampiros prestes a dar um golpe e tomar o poder do vampiro-líder. Exceto que, entre o aparente desinteresse do anjo Nazarach, a lenta, mas eficaz sedução de Janvier e os poderes psíquicos de Ash, como eles conseguiriam sair vivos daquela situação?

Uau! Desde o primeiro momento em que ouvi falar dessa série, me recomendaram que também lesse esse conto. Já de cara, aviso que além da tensão sexual — que Nalini Singh escreve muito bem —, não há nenhum romance entre Ashwini e Janvier. E talvez seja a perspectiva que torne tudo melhor — sinceramente, li de uma tacada só e fiquei implorando por mais. Janvier é uma delícia e Ashwini é definitivamente mais do que aparenta — ou seja, mais que a caçadora louca que todo mundo diz que ela é. Lógico que sendo como sou, estou tendo friquitis bem intensos para Nalini Singh escrever logo o livro desses dois.

2. Angels’ Judgment
Personagens: Sara Haziz & Deacon “Slayer”

O Diretor do Guild estava se aposentando e apresentou aos Dez do Cadre uma substituta em potencial. Por isso, enquanto caça um vampiro possivelmente atacado por um colega, Sara precisa se manter viva durante as provas que o Cadre destina a ela. No entanto, tendo passado pelo mesmo problema, o Diretor envia ajuda na forma de um deus do sexo alto, bonito e forte que poderia muito bem se tornar mais na vida de Sara do que apenas o bicho-papão do Guild...

*Momento fã piriguete* OMG DEACON EU QUERO VOCÊ!

Gente, que homem é esse? Alto, moreno, forte, grandão de olhos verdes! Será que Deacon tem um irmão gêmeo solteiro que more por Nova York? *Momento fã piriguete off*

Bem, mesmo que não tenha, o Deacon é uma gracinha, uma coisa muito linda, um pirulitinho muito doce que eu passaria anos lambendo sem nunca me cansar. Sara chuta traseiros sem dó nem piedade, e eu achei o Simon — o Diretor do Guild — um homem muito esperto por tê-la escolhido. Além disso, Deacon e Sara são perfeitos um para o outro.

E ainda tem a participação superespecial de Elena Deveraux e do tudo-de-bom-e-do-melhor arcanjo Rafael. Aliás, parece que é o seguinte diálogo que faz Raphael decidir contratar Elena em Angels’ Blood:
— Sara Haziz é a melhor pessoa que pode tomar meu lugar por algumas razões.
(...)
— Ela é capaz? — Elijah perguntou. — Isto nós precisamos saber. Se o Guild americano falhar, o efeito dominó poderá ser catastrófico.
(...)
— Sara é mais que capaz — Simon disse. — Ela também tem a lealdade dos companheiros caçadores: tive um número significativo deles ano passado me sugerindo o nome dela como possível sucessora.
— Essa Sara é sua melhor caçadora? — Astaad perguntou.
Simon sacudiu a cabeça.
— Mas a melhor nunca será uma boa diretora. Ela é nascida-caçadora.
Raphael fez uma nota de descobrir seu nome. Ao contrário de membros normais do Guild, os nascidos-caçadores saíram do útero com a habilidade de farejar vampiros. Eram os melhores perseguidores do mundo, os mais incansáveis — cães de caça sintonizados com um cheiro em particular.
3. Angel’s Wolf
Personagens: Noel & Nimra

Depois do ataque bárbaro que sofreu no Refúgio, Noel se sente mudado e inútil; e ser enviado por Raphael a corte de Nimra só aumenta o sentimento de impotência. Mas assim que ele descobre que alguém tentou assinar Nimra, a coisa muda e ele ganha o “afetuoso” apelido de Lobo. Conforme as tentativas de assassinato se tornam mais cruéis, Noel vai conhecendo um lado de Nimra que ninguém mais conhecia. Mas como ele poderia sonhar com um futuro com ela quando ele mesmo não passava de uma criatura quebrada?

Gostei muito de Noel. Ele é torturado, traumatizado e marcado sem ser maçante ou chorão. É sensível e inteligente, dedicado e curioso, carente sem ser pedante. Confesso que quando soube que Nimra seria a protagonista, fiquei com medo, porque ela foi descrita em Archangel’s Consort como uma criatura que mesmo Nazarach temia. Mas ela, assim como Ashwini, é muito mais que aparenta e logo de cara tem o Noel comendo de boa vontade na palma da mão dela. Espero que Nalini Singh coloque mais cenas com os dois nos próximos livros.

4. Angels’ Dance
Personagens: Galen & Jessamy

Quatrocentos anos antes dos acontecimentos dos livros atuais (Angels’ Blood, Archangel’s Kiss, etc.), o anjo Galen saiu do território do arcanjo Titus em busca de uma posição na corte do novo arcanjo, Raphael. Enquanto luta com o vampiro Dmitri, o líder do exército de Raphael, Galen percebe a presença de Jessamy — a única anja que não podia voar. Quando Jessamy, escriba das histórias dos anjos, é atacada por saber, as suspeitas pelo ataque recaem sobre o arcanjo Alexander, governante da Pérsia, e a responsabilidade de proteger Jessamy é dada a Galen. Em meio ao perigo que corre, ela se apaixona por ele e ele por ela — mas o que vai acontecer quando ele for forçado a deixar o Refúgio e ir para o território de Rafael na Terra para treinar as tropas?

Pessoalmente, eu nunca vi o Galen como material para mocinho. Quer dizer, o homem queria matar minha personagem preferida na série — Elena — só porque ela deu um tirozinho no Raphael. Que exagero, não? Mas então eu li Angels’ Dance e fiquei apaixonada por ele — Galen tem um lado romântico, sensível, protetor e ciumento. Jessamy é, como Elena apontou, diferente dos outros anjos, não porque ela não podia voar, mas porque ela era boa. Mas ela não é boba e é muito orgulhosa. Por mim, os acontecimentos da história deveriam ter acontecido atualmente, mas havia tanta referência ao arcanjo que sumiu, à ascensão de Michael como arcanja, a própria formação da corte de Raphael — que acabara de se tornar arcanjo —, que teria sido impossível. Falando nisso, Raphael era um fofo; Illium sempre foi divertido e Jason e Dmitri sempre misteriosos e fechados. Além disso, a gente descobre um pouco mais sobre o reservado médico Keir e Caliane.

PS: como os anjos dançam? Como? Quer saber? Então leia Angels’ Dance e descubra!
 

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