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quarta-feira, 28 de março de 2012

Lover Reborn — J. R. Ward

Postado por Lidy às 3/28/2012 02:09:00 PM 0 comentários
Demorou, mas a criança nasceu! Tohr está aqui! *Sai pulando e dançando e soltando fogos de artifício*

Não sei se vocês sabem, mas me deu a louca e eu criei coragem e fiz um blog só meu — por isso que eu sumi. *Faz a cara de Gollum gritando “meu precioso”* Então pensei que seria legal inaugurá-lo aqui no EB (!!!) com o link da resenha do novo livro da JR Ward. Todo mundo sabe que eu sou apaixonada pelo Tohr e passei um bom tempo arrancando os cabelos e comendo as unhas de ansiedade. Se alguém quiser saber se perder os cabelos e as unhas valeu a pena, clique aqui. E aproveite para comentar, seguir o blog, dar uma olhada nas outras poucas postagens... Essas coisas. :D

Obrigada pela atenção. ;)

domingo, 4 de março de 2012

Angels’ Flight — Nalini Singh

Postado por Lidy às 3/04/2012 10:41:00 AM 4 comentários
Angels’ Flight é uma coletânea de quatro contos a respeito dos personagens da série Guild Hunter. Nessa série, anjos são responsáveis pela criação de vampiros em troca de um contrato de servidão de 100 anos. Quando um vampiro foge, é tarefa dos caçadores do Guild procurá-lo e levá-lo de volta.
Angels’ Pawn é um especial originalmente lançado como e-book; Angels’ Judgment foi primeiramente publicado na antologia Must Love Hellhounds e Angel’s Wolf foi lançado na antologia Angels of Darkness. Quanto a Angels’ Dance, foi publicado pela primeira em Angels’ Flight.


1. Angels’ Pawn
Personagens: Ashwini “Ash” & Janvier

Uma guerra pelo poder na Louisiana leva a caçadora Ashwini a pedir a ajuda do vampiro Janvier para que ele a ajudasse a levar de volta uma vampira recém-transformada que foi pega na linha de fogo e estava presa pelo chefe de um Beijo — basicamente, uma associação de vampiros prestes a dar um golpe e tomar o poder do vampiro-líder. Exceto que, entre o aparente desinteresse do anjo Nazarach, a lenta, mas eficaz sedução de Janvier e os poderes psíquicos de Ash, como eles conseguiriam sair vivos daquela situação?

Uau! Desde o primeiro momento em que ouvi falar dessa série, me recomendaram que também lesse esse conto. Já de cara, aviso que além da tensão sexual — que Nalini Singh escreve muito bem —, não há nenhum romance entre Ashwini e Janvier. E talvez seja a perspectiva que torne tudo melhor — sinceramente, li de uma tacada só e fiquei implorando por mais. Janvier é uma delícia e Ashwini é definitivamente mais do que aparenta — ou seja, mais que a caçadora louca que todo mundo diz que ela é. Lógico que sendo como sou, estou tendo friquitis bem intensos para Nalini Singh escrever logo o livro desses dois.

2. Angels’ Judgment
Personagens: Sara Haziz & Deacon “Slayer”

O Diretor do Guild estava se aposentando e apresentou aos Dez do Cadre uma substituta em potencial. Por isso, enquanto caça um vampiro possivelmente atacado por um colega, Sara precisa se manter viva durante as provas que o Cadre destina a ela. No entanto, tendo passado pelo mesmo problema, o Diretor envia ajuda na forma de um deus do sexo alto, bonito e forte que poderia muito bem se tornar mais na vida de Sara do que apenas o bicho-papão do Guild...

*Momento fã piriguete* OMG DEACON EU QUERO VOCÊ!

Gente, que homem é esse? Alto, moreno, forte, grandão de olhos verdes! Será que Deacon tem um irmão gêmeo solteiro que more por Nova York? *Momento fã piriguete off*

Bem, mesmo que não tenha, o Deacon é uma gracinha, uma coisa muito linda, um pirulitinho muito doce que eu passaria anos lambendo sem nunca me cansar. Sara chuta traseiros sem dó nem piedade, e eu achei o Simon — o Diretor do Guild — um homem muito esperto por tê-la escolhido. Além disso, Deacon e Sara são perfeitos um para o outro.

E ainda tem a participação superespecial de Elena Deveraux e do tudo-de-bom-e-do-melhor arcanjo Rafael. Aliás, parece que é o seguinte diálogo que faz Raphael decidir contratar Elena em Angels’ Blood:
— Sara Haziz é a melhor pessoa que pode tomar meu lugar por algumas razões.
(...)
— Ela é capaz? — Elijah perguntou. — Isto nós precisamos saber. Se o Guild americano falhar, o efeito dominó poderá ser catastrófico.
(...)
— Sara é mais que capaz — Simon disse. — Ela também tem a lealdade dos companheiros caçadores: tive um número significativo deles ano passado me sugerindo o nome dela como possível sucessora.
— Essa Sara é sua melhor caçadora? — Astaad perguntou.
Simon sacudiu a cabeça.
— Mas a melhor nunca será uma boa diretora. Ela é nascida-caçadora.
Raphael fez uma nota de descobrir seu nome. Ao contrário de membros normais do Guild, os nascidos-caçadores saíram do útero com a habilidade de farejar vampiros. Eram os melhores perseguidores do mundo, os mais incansáveis — cães de caça sintonizados com um cheiro em particular.
3. Angel’s Wolf
Personagens: Noel & Nimra

Depois do ataque bárbaro que sofreu no Refúgio, Noel se sente mudado e inútil; e ser enviado por Raphael a corte de Nimra só aumenta o sentimento de impotência. Mas assim que ele descobre que alguém tentou assinar Nimra, a coisa muda e ele ganha o “afetuoso” apelido de Lobo. Conforme as tentativas de assassinato se tornam mais cruéis, Noel vai conhecendo um lado de Nimra que ninguém mais conhecia. Mas como ele poderia sonhar com um futuro com ela quando ele mesmo não passava de uma criatura quebrada?

Gostei muito de Noel. Ele é torturado, traumatizado e marcado sem ser maçante ou chorão. É sensível e inteligente, dedicado e curioso, carente sem ser pedante. Confesso que quando soube que Nimra seria a protagonista, fiquei com medo, porque ela foi descrita em Archangel’s Consort como uma criatura que mesmo Nazarach temia. Mas ela, assim como Ashwini, é muito mais que aparenta e logo de cara tem o Noel comendo de boa vontade na palma da mão dela. Espero que Nalini Singh coloque mais cenas com os dois nos próximos livros.

4. Angels’ Dance
Personagens: Galen & Jessamy

Quatrocentos anos antes dos acontecimentos dos livros atuais (Angels’ Blood, Archangel’s Kiss, etc.), o anjo Galen saiu do território do arcanjo Titus em busca de uma posição na corte do novo arcanjo, Raphael. Enquanto luta com o vampiro Dmitri, o líder do exército de Raphael, Galen percebe a presença de Jessamy — a única anja que não podia voar. Quando Jessamy, escriba das histórias dos anjos, é atacada por saber, as suspeitas pelo ataque recaem sobre o arcanjo Alexander, governante da Pérsia, e a responsabilidade de proteger Jessamy é dada a Galen. Em meio ao perigo que corre, ela se apaixona por ele e ele por ela — mas o que vai acontecer quando ele for forçado a deixar o Refúgio e ir para o território de Rafael na Terra para treinar as tropas?

Pessoalmente, eu nunca vi o Galen como material para mocinho. Quer dizer, o homem queria matar minha personagem preferida na série — Elena — só porque ela deu um tirozinho no Raphael. Que exagero, não? Mas então eu li Angels’ Dance e fiquei apaixonada por ele — Galen tem um lado romântico, sensível, protetor e ciumento. Jessamy é, como Elena apontou, diferente dos outros anjos, não porque ela não podia voar, mas porque ela era boa. Mas ela não é boba e é muito orgulhosa. Por mim, os acontecimentos da história deveriam ter acontecido atualmente, mas havia tanta referência ao arcanjo que sumiu, à ascensão de Michael como arcanja, a própria formação da corte de Raphael — que acabara de se tornar arcanjo —, que teria sido impossível. Falando nisso, Raphael era um fofo; Illium sempre foi divertido e Jason e Dmitri sempre misteriosos e fechados. Além disso, a gente descobre um pouco mais sobre o reservado médico Keir e Caliane.

PS: como os anjos dançam? Como? Quer saber? Então leia Angels’ Dance e descubra!

domingo, 10 de abril de 2011

Lover Unleashed — JR Ward

Postado por Lidy às 4/10/2011 09:44:00 AM 6 comentários
Payne, a irmã gêmea de Vishous, foi feita do mesmo material sombrio e guerreiro que o irmão: uma lutadora por natureza, e uma dissidente quando o assunto é o papel tradicional das Escolhidas, não há lugar para ela no Lugar Distante... E também não há lugar para ela nas linhas de combate da guerra.

Quando ela sofre um ferimento paralisante, o cirurgião humano Dr. Manuel Manello é chamado para tratá-la como apenas ele pode — e ele logo é puxado para o mundo perigoso, secreto dela. Apesar de ele nunca ter acreditado em coisas que vagueiam na noite — como vampiros —, ele se encontra mais que desejoso de ser seduzido pela fêmea poderosa que marca seu corpo e sua alma.

Enquanto os dois encontram mais que uma conexão erótica, os mundos dos vampiros e dos humanos colidem... justo quando uma rixa de séculos alcança Payne e coloca seu amor e sua vida em um perigo mortal.

Bem, sendo curta e grossa: o mais novo livro da Irmandade da Adaga Negra é melhor que o livro do Butch, mas não chega aos pés de Lover Mine.

Depois de ser levada a mansão da Irmandade, Payne e Vishous começam a desejeitadamente formar um vínculo, enquanto Jane roda Caldwell em busca de Manny... que, surpreendentemente, tem um lado amante de corridas e cavalos e até possui uma égua puro-sangue, chamada GloryGloryHallelujah — é sério. Quando ela finalmente consegue encontrar o bom doutor, ele está no cemitério de Caldwell, olhando a tumba dela. E logo o homem surta, porque Jane ou estava viva ou era um fantasma. Ela consegue levá-lo a Payne. Vishous o ameaça. Manny tem um momento “minha!” e consegue fazer as coisas com Payne do seu jeito — Vishous fora da sala, sem encher o saco, Jane do lado dele... ah, tudo isso no hospital em que ele e Jane trabalhavam juntos.

Paralelamente, os novos caras maus da série estão no Antigo País com a idéia fixa de caçar lessers ou pelo menos treinar com humanos. XCor, o líder, é filho do Bloodletter e passou os últimos 300 anos sonhando com o dia em que mataria a mulher que matou o papai. Throe é um cara bonzinho, bem gostável que, apesar de ser — ou ter sido — da glymera, possui um código moral que o fez vender a alma ao diabo; aliás, o rapaz enche tanto o saco de XCor que o homem concorda em ir à Londres e matar um cara que assassinou 11 mulheres; Zypher é uma criatura que gosta de sexo, coisas eróticas, brigas e mulheres — parece até um parente do Rhage pré-Mary. Há outros três bastardos, mas nem o nome deles a gente sabe.

Manny e Payne começam uma relação de chove-não-molha, mas logo a rotina de limpe-a-memória-do-humano torna Manny inútil e ele é praticamente demitido e substituído por outro médico — não por acaso o coitado que teve que dar a notícia da morte de Jane. Mas tem uma cura sexual, então talvez essa limpeza de memória nem seja tão ruim, afinal.

Além de tudo, o mocinho do terceiro Fallen Angels é introduzido — Thomas “Veck” delVecchio, um detetive muito maravilhoso filho de um serial killer e disposto a provar que não tem nada a ver com o pai. Ele é parceiro de José, e ambos estão investigando um maluco que mata mulheres — e o acerto de contas é no mínimo sangrento.

Ainda, a relação entre Layla, Qhuinn, Blay e Saxton continua complicada. Qhuinn começa a admitir — com muita terapia e dor — a verdadeira natureza de seus sentimentos por Blay, que continua lindo, leve e solto ao lado de Saxton. Por outro lado, há Layla, que ainda não teve o que queria — aquilo que ela quer desde Lover Eternal. De qualquer forma, a visão que Qhuinn teve em Lover Enshrined após ser espancado até quase a morte é revelada — e possivelmente mal-interpretada —, o que o faz enlouquecer tentando decidir se casa com a Escolhida ou não.

Com tudo que está acontecendo, Vishous entra numa crise existencial. Todos os problemas não resolvidos dele com o pai e com a mãe, que nem dá as caras no livro, o fazem pirar, e ele se afasta de todos — a cena em que ele dá as costas a Jane é de partir o coração. Aí entra Butch, que proporciona aos leitores uma cena capaz de deixar as fãs mais loucas por um Vutch ainda mais loucas.

Então, acontece — XCor e seus bastardos chegam a Caldwell e começam a pôr em prática o plano de tirar o trono de Wrath. Utilizando a ajuda dos idiotas da glymera. E para piorar, eles e Payne se encontram, deixando 99% dos personagens da série à beira de uma crise nervosa.

Explicando:

A expectativa pelo livro de Payne e Manny durava uns bons anos — afinal, a primeira idéia de que ambos pudessem ficar juntos apareceu lá no fim de Lover Unbound. Então, depois daquelas cenas explosivas que Payne compartilhou com Wrath nos últimos dois livros, aquelas que nos faziam pensar que ela era durona como Xhex, a idéia de vê-la como próxima protagonista foi ficando cada vez melhor — alguém diferente da tapada da Marissa! \o/ Confesso que eu era uma das fãs mais alegres e estava pronta para colocá-la no meu top 3 de mocinhas preferidas da Irmandade. Mas... Durante o livro todo ela alterna a própria personalidade, tendo momentos muito Marissa/Escolhida e momentos eu-quero-voltar-a-ser-Payne. Frustrante.

Manny é uma gracinha. Eu era da opinião que o moço era mais ou menos um filho perdido da Irmandade, dado o temperamento dele em LU, mas percebi que depois de ter sido apagado um ano antes (esse é período de tempo que se passou entre a morte de Jane e o reencontro deles), a personalidade dele mudou completamente, a ponto de ele abandonar seu lado viciado em trabalho e comprar um cavalinho de corridas (!) No mais, o relacionamento dele com Payne é muito conveniente, apresentando pouca tensão lá pelo final, quando um segredinho é revelado e ela começa a temer que mamãe querida os separe por ele ser humano.

Os lessers nem aparecem — acho que umas duas cenas —, assim como a mamãe, No'One, Tohr e Lassiter. Quer dizer, a Virgem Escriba é mencionada várias vezes, ao contrário de Lassiter; Tohr entra mudo e sai calado. No'One aparece numa cena deletada que ninguém sabe se lerá algum dia. Era de se esperar que Tohr, sendo o próximo protagonista *sai gritando feliz de alegria* falasse ao menos, sei lá, “boa noite”, mas o moço só é mencionado umas poucas vezes. Z, Bella, Rhev, Ehlena, Phury, Cormia, John e Xhex, agem como perfeitos objetos de cenário. Não sei se fiquei mal-acostumada com os Irmãos interagindo, ou se estou apenas sendo neurótica, mas não vi essa interação. E sabem por quê? Porque Lover Unleashed pertence à Vishous. O livro é todo ele: como ele se sente por saber que tem uma irmã, a ira que sente pela mãe, a crise no relacionamento com Jane, o afastamento de Butch...

Sem contar que o livro tem uma cena muito anticlimática. A morte de Bloodletter — eu não vou dizer como foi, porque aí seria um baita de um spoiler, mas minha reação foi: “Ok, certo, provavelmente a gente vai ver mais sobre isso depois”. Não. Não. Não.

Aliado a isso, há alguns outros fatos não muito explorados — a relação de Manny com a égua, que no início parecia importante, mas foi só serviu pra encher lingüiça; o assassino em Caldwell e o problema que, eu acho, dará muita dor de cabeça para Veck em Envy; Muhrder — lembram dele? Pois é, nem aparece aqui —; a construção de uma relação entre No'One e Xhex, assim como a relação dela com Tohr; ah, uma vez a WARDen disse que ele voltaria a lutar, que tomaria umas decisões ruins... Tristemente, não vi nada disso. Aliás, os personagens mal se lembravam dele. Há alguns erros de continuidade já esclarecidos no Facebook da WARDen, mas eles não chegam a atrapalhar a vida de ninguém.

Enfim, Lover Unleashed não é ruim como Lover Revealed — Payne não chega a ser mentalmente retardada como Marissa —, mas deixa a desejar se comparado aos três primeiros e os dois que vêm antes dele. É mais pra categoria tapa-buraco. A Warden disse uma vez que algo que acontece nesse livro vai tirar a Virgem Escriba da depressão — e acho que é algo que acontece com XCor e Payne, mas fica difícil dizer. Se eu fosse o tipo de leitora que dá notas, acho que a de Unleashed seria 6/10. É o tipo de livro que a gente tem que ler seguido de um que seja melhor. Isso ou esperar que as informações dadas sejam mais importantes em outra hora.

Sim, estou ansiosa pelo livro do Tohr. Tipo, meu personagem preferido está sofrendo há quase 7 livros. Fiquei surpresa por ele ser o próximo protagonista? Não, porque ela tinha planejado uma série com 10 livros, de qual ele seria o protagonista do último. ;) A WARDen fez duas sessões de autógrafos e respondeu algumas perguntas — talvez, talvez, se alguém quiser, eu vejo o que consigo achar e posto aqui. O que acham? xD

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Lover Mine — JR Ward

Postado por Lidy às 4/28/2010 01:27:00 AM 7 comentários
Como começar a falar de um livro que esperei por quase um ano, sem deixar escapar alguns spoilers de arrepiar os cabelos? Bem, vamos para o mais fácil: a Irmandade da Adaga Negra está finalmente sendo publicada no Brasil (sob os títulos “Amante Escuro” e “Amante Eterno”, e não, não comprei por falta de recursos. Yeah.), e entre a espera de uma chegada em português e outra, e as publicações aleatórias da Warden, os leitores estão loucos para saber que fim — ou começo — o misterioso, fofo e inseguro John Matthew e a cold-hearted bitch Xhex levaram. Pois bem, o momento de espera acabou! E esta blogueira que aparece esporadicamente pede os mais sinceros perdões, pois no momento da escrita deste post, estava influenciada por Lover Mine. Sem enrolação, vamos àquela que será a resenha mais longa publicada aqui: Nas esquinas mais escuras na noite de Caldwell, Nova York, há um conflito como nenhum outro. Há muito dividida como um aterrorizante campo da batalha dos vampiros e seus inimigos, a cidade é o lar de um grupo de irmãos nascidos para defender sua raça: os vampiros guerreiros da Irmandade da Adaga Negra. John Matthew passou muita coisa desde que foi encontrado vivendo entre humanos, sua natureza vampiresca desconhecida para ele e para aqueles a seu redor. Depois de ser pego pela Irmandade, ninguém poderia imaginar qual era sua verdadeira história — ou sua verdadeira identidade. Na verdade, o falecido Irmão Darius retornou, mas com um rosto e um destino muito diferentes. Quando uma vingança pessoal e viciosa leva John ao coração da guerra, ele vai precisar chamar sobre quem ele é agora e quem ele foi um dia para enfrentar o mal encarnado. Xhex, uma assassina sympath, se protegeu há muito contra a atração entre ela e John Matthew. Já tendo perdido um amante para a loucura, ela não vai permitir que o macho de valor caia na escuridão de sua vida tortuosa. Entretanto, quando o destino intervém, ambos descobrem que amor, como destino, é inevitável entre almas gêmeas. Minha opinião: Querida Virgem Escriba no Fade! Desde o primeiro momento eu soube que me esbaldaria com esse livro. Anteriormente, a Warden tinha prometido que ia caprichar, para fazê-lo o melhor livro que ela já escreveu. E não é que ela cumpriu a promessa? O fim de Lover Avenged deixou um gancho cara-de-pau para a história de John e Xhex ser finalmente acertada, e apesar de eu estar temporariamente zangada com ele, percebi no mesmo instante que a zanga não duraria muito. O motivo é simples: apesar de seu comportamento egoísta e um tanto infantil, John ainda é quem é/foi, e permanecia como um dos personagens que mais gostei. Então, quatro semanas após o resgate de Rehvenge, Xhex ainda está desaparecida. Rehvenge tentou encontrá-la nos cafundós da colônia sympath, sem sucesso, o que levou os Irmãos a imaginarem que ela só podia estar com Lash. O filhotinho do Ômega a seqüestrara, com a intenção de se vingar por ela ter matado a Princesa sympath, mas ao perceber o quanto Xhex era forte, ele começa a se apaixonar por ela e deseja que ela a) se transforme na primeira lesser fêmea e b) se torne mãe dos netinhos do mal. O que ninguém contava era que, apesar de mantê-la presa, Lash conseguiu fazê-lo bem debaixo do nariz da Irmandade, com a ajuda de um feitiço que a deixava invisível e inaudível para todos, exceto para ele mesmo. Enquanto ela sofre estupros e fome (tanto de comida quanto de sangue), John decide esconder o amor que sente por ela, pois, na opinião dele, a Irmandade iria querer outra shellan. E também Xhex deixou muito claro que nunca corresponderia aos seus sentimentos, fossem eles quais fossem. Ferido em seu orgulho e com sede de vingança, o homem decidiu dar férias ao bom senso e cuidar de trazê-la de volta, viva ou morta, de qualquer jeito. Como forma de simbolizar seus sentimentos por ela, ele tatua o nome de Xhex nas costas e pede ajuda a Trez e iAm. Eventualmente, ela escapa das garras de Lash, e John a encontra. Ferida, assustada e muito mal, ela quase o ataca, porém sua defesa cai ao vê-lo e lembrar a expressão dele ao encontrar seu cativeiro e imaginá-la morta. Ele a leva para a mansão da Irmandade, e, numa tentativa de fazê-la menos traumatizada, ele decide lhe dar algum espaço e ser apenas um apoio, um ombro amigo. Quando as coisas começam a se acertar, Xhex percebe que não poderia deixar seus sentimentos por ele interferirem e colocarem John em perigo. A solução agora era lutar contra todas as barreiras que havia entre eles, começando pelo fato de ela não conseguir confiar, permitir-se amar ou ser amada, passando pelo problema de comunicação, pelas idéias idiotas de John a respeito de não ter valor, pelo passado, pela necessidade de ambos se descobrirem e se aceitarem. SPOILERS! SE VOCÊ NÃO GOSTA DE SPOILERS, NÃO LEIA O QUE VEM A SEGUIR! Aviso dado... Vou fazer uma breve descrição do que mais me chamou a atenção: Xhex: eu sabia que a adorava por uma razão. A mulher é forte, uma sobrevivente, que sempre se recusa a desistir, apesar de perder a esperança. Assim como Mary, ela sabe o que quer, e entende que só vai conseguir se se esforçar. Vê-la se desenvolver como pessoa, aceitando algumas coisas inevitáveis, se perdoando, e aprendendo a amar é ótimo. E vê-la admitir que precisar de ajuda não é sinal de fraqueza, mas força interior, é emocionante. John: me recuso a falar sobre o John-que-é-Darius. Só isso: o John que eu queria conhecer mais profundamente está aí, tão amável quando o menino esquelético que marca presença em “Amante Eterno”. Mais maduro graças aos acontecimentos recentes, ele percebe que o homem que um dia foi seu amigo, e que agora é seu pai, nunca deixou de amá-lo, e o comportamento que o menino necessitado de amor via como egoísta e desinteressado era o reflexo da dor mais profunda que uma pessoa pode suportar. A cena em que ele encontra o cativeiro de Xhex e começa a chorar ao ver sangue é maravilhosa, especialmente porque enquanto ele chora, é observado por ela e pelos Irmãos; ele sofre por imaginá-la morta, mas não faz a menor idéia de que ela está viva, ferida, pedindo sua ajuda e precisando dele. Blay e Qhuinn: todos se perguntavam se algum dia eles se resolveriam, e a resposta aqui é difícil. Enquanto Qhuinn finge que não ama Blay, o ruivo começa a se envolver de outra forma, com outra pessoa... Sinal de confusão. Lash: MORRA!!! Tohr/Darius: ainda chorando a perda de Wellsie, Tohr é o responsável pela melhor frase do livro. Sua participação, no entanto, é melhor nos flashbacks de Darius, que relatou a vida da Irmandade no século XV. Aliás, é incrível como uma boa amizade pode influenciar uma pessoa, pois eu tenho certeza de que toda aquela educação e respeito de Tohr não foram ensinados pelo pai. E algumas coisas que damos como certas, simplesmente são uma bolachinha do pacote... No’One: é, a Escolhida-do-manto-negro teve uma vida escabrosa. Ruim mesmo. O desenrolar da história dela não é óbvio, daquela que a gente lê a primeira linha e diz “É isso mesmo, eu sabia!”, mas conforme as coisas se acertam, passamos a entender algumas coisas. Payne: livre da animação suspensa, Payne aproveita a chance de lutar com Wrath para deixar claro sua posição em relação às Escolhidas — de jeito nenhum ela se tornaria uma delas. E apesar do amor presente entre ela e o Rei Cego (é só ver a surra que eles se dão), Wrath é o responsável pelo fim que teve em LM. Murhder/A equipe de TV: não vou dizer que entendi essa coisa toda, mas se minha linha de pensamento estiver correta, o ex-amante de Xhex tem muito papel para desempenhar — e por uma conversa que ele teve (“Você tem sorte em ter aquela que deseja ter ao seu lado, então pare de ser um cego idiota a esse respeito”), atrapalhar a vida dela é uma delas. Aliás, o cara é doidão, mas é impossível não gostar dele — como eu disse, o homem é doido. E que inferno de nome é “Eliahu”? Então, eu amo LM. Acho que esse foi o livro mais romântico depois de “Lover Revealed”, e tem início, meio e fim, o que faz o leitor se preocupar com o destino dos personagens. Quero muito o livro de Payne, porém, como sempre, afirmo: Darius e Tohr ainda são meus preferidos, e como já li o livro de Darius, mal posso esperar pelo do Tohr — e esqueci de dizer: o jovem Tohr é uma graça, e a química dele com No’One me deixou mais tranqüila a respeito daquilo-com-Wellsie. Certamente, se eu costumasse avaliar os livros com estrelinhas, de cinco, eu daria seis. LM cumpriu com todas as minhas expectativas — ou a maioria delas —, e me deixou com gosto de quero mais. E que venha Payne!

domingo, 11 de outubro de 2009

Série Crepúsculo - Stephenie Meyer

Postado por Mara às 10/11/2009 03:50:00 PM 1 comentários

Li Crepusculo... ( Gostei do filme)...rsrs
Chorei em Lua Nova...
odiei Jacob Black em Eclipse...
mas Amanhecer... desisti na página 105...
definitivamente fiquei sem estômago... e devolvi o livro emprestado... (ainda bem... assim não gastei meu dindin...rs) e voltei pro meu velho e bom medieval...rs
Definitivamente o fechamento da Saga ... pelos comentários... e pelas poucas páginas que eu li...foi uma decepção tamanho semana...
Bjos
Lady d'Arques
(lembrando sempre que essa essa é apenas a minha humilde opinião)

terça-feira, 18 de agosto de 2009

A Irmandade da Adaga Negra - JR Ward

Postado por Lidy às 8/18/2009 12:46:00 AM 20 comentários
A Irmandade da Adaga Negra é um grupo de sete vampiros guerreiros, protetores de sua raça. A morte de um deles é o ponto de partida para o andamento da série. Por enquanto, a autora não sabe qual será o último livro — ela escreve enquanto houver leitores. O próximo livro a ser lançado é “Lover Mine”, que conta a história de Xhex e John Matthew. Para variar, infelizmente os livros não foram lançados no Brasil, então eu os li em inglês. Tomara que alguma editora se anime e lance os livros no Brasil — mas se for para fazer uma tradução/edição vagabunda, é melhor deixar para lá. 1. Dark Lover “Bem-vindo ao maravilhoso mundo do ciúme. Como preço de admissão, você ganha uma lascada dor de cabeça, uma urgência quase irresistível de cometer assassinato, e um complexo de inferioridade. Iupiii”. — Wrath. Nas sombras da noite, em Caldwell, Nova York, há uma mortífera guerra entre vampiros e seus assassinos. Há também uma sociedade secreta como nenhuma outra — seis vampiros guerreiros, defensores de sua raça. Entre eles, nenhum aprecia matar seus inimigos tanto quanto Wrath, o líder da Irmandade da Adaga Negra… Único vampiro puro restante no planeta, Wrath tem contas para acertar com os assassinos que mataram seus pais séculos atrás. Mas quando um de seus guerreiros mais confiáveis é morto — deixando uma filha mestiça ignorante de sua herança ou seu destino —, Wrath precisa introduzir a bela fêmea no mundo dos não-mortos… Torturada por uma inquietação que não havia antes em seu corpo, Beth Randall está indefesa contra o homem de olhos sombrios, perigosamente sexy que vem a ela à noite. Seus contos sobre uma irmandade e sangue a aterrorizam. Mas seu toque inflama uma fome nascente que ameaça consumir a ambos… 2. Lover Eternal “— Eu estava certo — ele sussurrou. — Sobre o quê? — Você é adorável quando sorri”. — Rhage. Nas sombras da noite, em Caldwell, Nova York, há uma mortífera guerra entre vampiros e seus assassinos. E lá também existe um grupo secreto de irmãos como nenhum outro — seis vampiros guerreiros, defensores de sua raça. Possuído por uma besta mortal, Rhage é o mais perigoso da Irmandade da Adaga Negra… Na irmandade, Rhage é o vampiro com os apetites mais fortes. É o melhor lutador, o mais impulsivo, e o amante mais voraz — pois dentro dele arde uma feroz maldição rogada pela Virgem Escriba. Possuído por seu lado sombrio, Rhage teme as horas em que seu dragão interior está solto, fazendo-o um perigo para todos a seu redor. Mary Luce, uma sobrevivente de muitas dificuldades, é inconscientemente lançada no mundo dos vampiros e confiada à proteção de Rhage. Com sua própria vida ameaçada, Mary não procura amor. Sua fé em milagres se perdera anos antes. Mas quando a intensa atração animal de Rhage se torna algo mais emocional, ele sabe que precisa tomar Mary para si. E enquanto seus inimigos se aproximam, Mary luta desesperadamente para ganhar a vida eterna com aquele a quem ama… 3. Lover Awakened “Estava morto até que me encontrou, apesar de eu respirar. Estava cego, apesar de eu poder ver. E então você veio… E estava acordado”. — Zsadist. Nas sombras da noite, em Caldwell, Nova York, há uma mortífera guerra entre vampiros e seus assassinos. E lá também existe um grupo secreto de irmãos como nenhum outro — seis vampiros guerreiros, defensores de sua raça. Destes, Zsadist é membro mais aterrorizante da Irmandade da Adaga Negra. Um antigo escravo de sangue, o vampiro Zsadist ainda carrega as cicatrizes de um passado repleto de sofrimento e humilhação. Afamado por sua insaciável fúria e atos sinistros, ele é um selvagem temido pelos humanos e por vampiros também. Raiva é a sua única companhia, e terror, sua única paixão — até que ele resgata uma bela aristocrata da maligna Lessening Society. Bella é instantaneamente fascinada pelo fervente poder que Zsadist possui. Mas mesmo que seu desejo um pelo outro comece a atingi-los, a sede de vingança de Zsadist contra os algozes de Bella o leva à beira da loucura. Agora, Bella precisa ajudar seu amante a superar as feridas de seu passado torturado, e encontrar um futuro com ela… 4. Lover Revealed “Vou amar o que vir, porque é você. Marissa, você é bela para mim”. — Butch. Nas sombras da noite, em Caldwell, Nova York, há uma mortífera guerra entre vampiros e seus assassinos. E lá também existe um grupo secreto de irmãos como nenhum outro — seis vampiros guerreiros, defensores de sua raça. Agora, um aliado da Irmandade da Adaga Negra enfrentará o desafio de sua vida e a maldade dos tempos. Butch O’Neal é um lutador por natureza. De vida dura, ex-detetive da Homicídios, ele é o único humano a ser permitido no círculo interior da Irmandade da Adaga Negra. E quer ir ainda mais fundo no mundo dos vampiros — empenhar-se na guerra com os lessers. Ele não tem nada a perder. Seu coração pertence a uma vampira, uma linda aristocrata que está longe dele. Se ele não pode tê-la, ao menos ele pode lutar lado a lado com os Irmãos… O destino o amaldiçoa com o que ele quer. Quando Butch se sacrifica para salvar um vampiro civil dos assassinos, ele cai vítima da força mais sombria na guerra. Deixado para morrer, encontrado por um milagre, a Irmandade chama Marissa para trazê-lo de volta, apesar de que talvez nem seu amor seja o suficiente para salvá-lo… 5. Lover Unbound “Quando eu quiser que você implore, vou dizer”. — Vishous. Nas sombras da noite, em Caldwell, Nova York, há uma mortífera guerra entre vampiros e seus assassinos. E lá também existe um grupo secreto de irmãos como nenhum outro — seis vampiros guerreiros, defensores de sua raça. Agora, o frio coração de um astuto caçador será aquecido contra sua vontade… Impiedoso e brilhante, Vishous, filho do Bloodletter, possui uma maldição destrutiva e uma aterrorizante habilidade de ver o futuro. Como um pré-trans crescendo no campo de guerra de seu pai, ele foi atormentado e abusado. Como membro da Irmandade, ele não tem interesse em amor ou emoção, apenas na batalha contra a Lessening Society. Mas quando um ferimento moral o coloca aos cuidados de uma cirurgiã humana, Dra. Jane Whitcomb, ele é compelido a revelar sua dor interior e saborear o prazer verdadeiro pela primeira vez — até que um destino que ele não escolheu o leva a um futuro que não pode incluí-la. 6. Lover Enshrined “Sou a força da raça. Sou o Primale. E, como tal, devo governar”. — Phury. Nas sombras da noite, em Caldwell, Nova York, há uma mortífera guerra entre vampiros e seus assassinos. Há também uma sociedade secreta como nenhuma outra — seis vampiros guerreiros, defensores de sua raça. E agora um gêmeo respeitoso deve escolher entre duas vidas… Ferozmente leal à Irmandade da Adaga Negra, Phury tem se sacrificado pelo bem da raça, se tornando o macho responsável por manter as ascendências da Irmandade vivas. Como Primale das Escolhidas, ele deverá ser o pai de filhos e filhas que se assegurarão de que as tradições da raça sobrevivam e haja guerreiros que lutem contra aqueles que querem todos os vampiros extintos. Como sua primeira parceira, a Escolhida Cormia quer ganhar não apenas seu corpo, mas seu coração para si mesma — ela vê o macho emocionalmente apavorado por trás de toda a sua nobre responsabilidade. Mas enquanto a guerra com a Lessening Society fica mais bárbara, e a tragédia se aproxima mansão da Irmandade, Phury deve decidir entre dever e amor. 6,5. An Insider’s Guide Prepare-se para entrar no mundo escuro e passional da Irmandade da Adaga Negra e conhecer bem de perto cada um dos Irmãos… Você encontrará informações internas da Irmandade, seus dossiês, estatísticas e dons especiais. Lerá entrevistas com seus personagens favoritos, incluindo uma comovente conversa com Tohrment e Wellsie mantida três semanas antes de ela ser assassinada pelos lessers. Encontrará cenas apagadas — acompanhadas do porquê de terem sido cortadas — com a adição de matérias do Fórum de Mensagens de JR Ward e de perguntas e respostas sobre a série postada pelos leitores. JR Ward irá falar sobre como foi escrever cada livro da série e numa fascinante reviravolta, lerá uma entrevista com a autora — conduzida pelos Irmãos. Contém uma história inédita com Zsadist e Bella e o nascimento de Nalla e o profundo amor que sentem um pelo outro. Tem também um trecho do próximo e aguardado lançamento da série, a história de Rehvenge. Um compêndio que nenhum fã da Irmandade da Adaga Negra deve perder… Um guia que o irá seduzir tão poderosamente quanto o grupo de Irmãos e o mundo “ferozmente popular” em que vivem. 7. Lover Avenged “Não importa o que você use… Para mim, você sempre terá diamantes na sola de seus sapatos”. — Rehvenge. Caldwell, NY, tem sido há muito tempo o campo de batalha entre os vampiros e seus inimigos, a Lessening Society. É também o local onde Rehvenge consolidou sua reputação como traficante e proprietário de uma famosa boate que reúne os ricos e bem-armados. Sua reputação sombria é o motivo exato de ter sido procurado para matar Wrath, o Rei Cego, e líder da Irmandade. Rehvenge sempre se manteve distante da Irmandade, mesmo sua irmã tendo se casado com um dos membros. Por ele ser um sympath, sua identidade é mortalmente secreta — se revelada pode resultar em seu banimento para uma colônia de sociopatas. E conforme as tramas dentro e fora da Irmandade cobram seu preço de Rehvenge, ele se volta para a única fonte de luz em um mundo escuro — Ehlena, uma vampira intocada pela corrupção que o cerca — e a única coisa que se coloca entre ele e a destruição eterna. Minha opinião: JR Ward tem uma maneira especial com as palavras, seja nos momentos mais românticos ou nos não tão românticos — tanto nas declarações dos personagens como em horas mais tristes, como a abordagem da doença de Mary, ou na personalidade de alguns protagonistas (nunca achei que fosse gostar de um personagem que é um traficante, torturador, matador, cafetão e assassino). “A Irmandade da Adaga Negra” é recheada de bons personagens, pois cada um cumpre seu papel maravilhosamente — vemos desde os lessers arrependidos a personagens óbvios com passado misterioso... Por menos empatia que haja entre o leitor e algum personagem — no meu caso, Marissa, que levou mais de 300 anos para começar a viver, e quando começou, foi como se nada tivesse mudado —, é difícil não se identificar ao menos um pouco com os dilemas de cada um deles. Apesar de a qualidade da série ter caído um pouco a partir de “Lover Revealed”, “Lover Avenged” dá uma guinada à série, e a deixa com o mesmo ar magnífico demonstrado em “Dark Lover”, “Lover Eternal” e “Lover Awakened”. Isso talvez se deva ao fato de a história de Butch ser imediatamente após o livro de Zsadist. Bella é uma personagem ótima, forte, corajosa (ainda que de uma maneira diferente de Mary), mas Marissa... Já disse como me sinto em relação a ela. Não vou dizer que estou morrendo de curiosidade em ler o livro do John, que só será lançado ano que vem, apesar de estar morrendo de raiva dele no momento. Pelo que eu sei da escrita de JR Ward, ela logo vai dar um jeito de fazer os leitores mais zangados — como eu — se apaixonarem novamente pelo John Matthew, ainda no comecinho de “Lover Mine”. Todos os personagens são amorosos e possessivos; acho isso hilário. Ok, admito que penso assim porque é com elas, não comigo... Nesse caso, não ia achar muita graça nessa coisa. Certo, certo, admito que adoraria encontrar um Tohr para chamar de “meu”.
 

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